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São Paulo tem 7 mil pessoas vulneráveis ao coronavírus morando nas ruas

Das 25 mil pessoas que vivem nas ruas de São Paulo - segundo a Prefeitura - 7 mil têm mais de 50 anos. Desses, ainda há o dado de que metade tem mais de 60 anos. Trata-se de preocupante grupo de risco para os efeitos mais agressivos do novo coronavírus

Moradores de rua de SP pedem políticas sociais de apoio (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

247 - A população de rua de São Paulo que se encontra nessa faixa-etária ainda costuma procurar albergues para dormir — idosos entre eles. Uma das indicações do governo estadual, no entanto, é que pessoas com mais de 50 anos evitem aglomerações de todo tipo.

A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que "a Secretaria Municipal de Assistência Social não informou quais medidas a prefeitura irá tomar para a proteção da população de rua nessa faixa etária —dentro e fora dos albergues."

A matéria ainda acrescenta que "a situação deve piorar com a chegada do inverno, quando a exposição dessa população ao frio leva a registros de mortes recorrentes. Segundo a gestão municipal, a população de rua na cidade chegou a 24.344 pessoas em 2019 —um salto de 53% em quatro anos. Em 2015, as pessoas nessa situação somavam 15,9 mil."