Starbucks deu selo de boas práticas a produtor que pode ser beneficiado por despejo de sem-terra em MG

João Faria da Silva é dono do grupo exportador Terra Forte e de diversas fazendas, entre elas a Campo Verde, que fica ao lado do acampamento Quilombo Campo Grande, onde houve a reintegração em plena pandemia do novo coronavírus, em 13 de agosto

Despejo no Quilombo Campo Grande e Starbucks
Despejo no Quilombo Campo Grande e Starbucks (Foto: Reprodução)
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247 - A Starbucks deu selo de boas práticas para um latifundiário que pode ser beneficiado por despejo de sem-terras em Minas Gerais, conforme denuncia Poliana Dallabrida em artigo no Repórter Brasil.

Ela diz que “a reintegração de posse de uma área ocupada pelo MST em Campo do Meio (MG) pode beneficiar um dos maiores produtores de café do Brasil que possui certificações de boas práticas, entre elas a C.A.F.E. Practices, da rede Starbucks”.

“João Faria da Silva é dono do grupo exportador Terra Forte e de diversas fazendas, entre elas a Campo Verde, que fica ao lado do acampamento Quilombo Campo Grande, onde houve a reintegração em plena pandemia do novo coronavírus, em 13 de agosto. Na ocasião, 14 famílias foram despejadas e lavouras, casas e uma escola, destruídas, após autorização judicial”.
Confira a íntegra da reportagem. 

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