Suplicy desafia Ratinho para debate sobre a ditadura e diz que apresentador merece punição semelhante a de Daniel Silveira

"Desafio o apresentador Carlos Massa, o Ratinho, a realizar um debate em que ele venha a defender a volta dos militares ao poder no Brasil", afirmou o vereador Eduardo Suplicy (PT-SP), após o comunicador defende intervenção militar no Brasil. "Ratinho está a merecer punição semelhante à do Deputado Daniel Silveira (PSL-SP)", disse o petista

Eduardo Suplicy e o apresentador Ratinho
Eduardo Suplicy e o apresentador Ratinho (Foto: Felipe L. Gonçalves/Brasil247 | Reprodução)
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247 - O vereador Eduardo Suplicy (PT-SP) desafiou, nessa quarta-feira (17), o apresentador Carlos Massa, conhecido como Ratinho, para um debate sobre a ditadura, após o comunicador defender um golpe militar no País. De acordo com o parlamentar, o jornalista deveria ser preso pela declaração. 

"Desafio o apresentador Carlos Massa , o Ratinho, a realizar um debate em que ele venha a defender a volta dos militares ao poder no Brasil, como aconteceu de 1964 em diante, na Ditadura Militar, e a extinção por expulsão da população de rua, por meio da força e das armas", escreveu o parlamentar no Twitter. 

O apresentador havia dito: "Eu sei que o que vou falar aqui pode até chocar, mas está na hora de fazer igual fez em Singapura. Entrou um general, consertou o país e, um ano depois, fez eleições. Mas primeiro consertou, chamou todos denunciados e disse: 'vocês têm 24 horas para deixar o país ou serão fuzilados'. Limpou Singapura".

De acordo com Suplicy, "Ratinho está a merecer punição semelhante à do Deputado Daniel Silveira (PSL-SP)".

O parlamentar bolsonarista foi preso após a publicação de um vídeo dizendo ter imaginado o ministro do STF Edson Fachin levando uma "surra". Também afirmou que os ministros da Corte deveriam ser presos. 

Após a decisão unânime do STF de manter, por 11 votos a 0, o deputado Daniel Silveira (PSL-RJ) preso e a denúncia contra ele feita pela Procuradoria-Geral da República, aliados de Jair Bolsonaro já o aconselham a não interferir na repercussão do caso para evitar desgaste entre os poderes.

 

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