Temer rejeitou afastar Pezão porque 'seria algo muito radical'

Michel Temer afirmou nesta sexta-feira, 23, que o afastamento do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (MDB), chegou a ser cogitado durante as discussões da intervenção militar no Rio; "Levantaram a hipótese (da intervenção total) e eu disse não. Seria algo muito radical", disse Temer em entrevista ao jornalista José Luiz Datena; segundo Temer, as Forças Armadas não vão fugir do confronto com os criminosos no Rio de Janeiro, caso seja necessário

 
Brasília - DF, 16/02/2018) (E/D) Presidente Michel temer e o Governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão.
Foto: Beto Barata/PR
 
  Brasília - DF, 16/02/2018) (E/D) Presidente Michel temer e o Governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão. Foto: Beto Barata/PR   (Foto: Aquiles Lins)

Rio 247 - Michel Temer afirmou nesta sexta-feira, 23, que o afastamento do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (MDB), chegou a ser cogitado durante as discussões da intervenção militar no Rio.

No entanto, a ideia foi descartada e concluiu-se que a melhor alternativa seria a intervenção nas áreas da segurança e penitenciária. "Levantaram a hipótese (da intervenção total) e eu disse não. Seria algo muito radical", disse Temer em entrevista ao jornalista José Luiz Datena, no programa 90 Minutos, da Rádio Bandeirantes.

Temer afirmou que as Forças Armadas não vão fugir do confronto com os criminosos no Rio de Janeiro, caso seja necessário. "Nós esperamos que não aconteça [o confronto entre militares e criminosos], porque a ideia é dar todo apoio [às polícias]. Mas se houver necessidade, [o militar] parte para o confronto", disse ele. 

 

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