Umbanda vira patrimônio cultural imaterial do Rio de Janeiro

Umbanda agora é patrimônio cultural imaterial da cidade do Rio de Janeiro; decreto que torna a religião de matriz africana um patrimônio carioca foi publicado nesta terça-feira (8) no Diário Oficial do Rio; segundo o texto, medida visa proteger a religião que nasceu no Estado do Rio de Janeiro e apontar a necessidade de políticas públicas que promovam o respeito à diversidade religiosa; decreto também institui o cadastramento dos terreiros onde os cultos religiosos são praticados

Umbanda agora é patrimônio cultural imaterial da cidade do Rio de Janeiro; decreto que torna a religião de matriz africana um patrimônio carioca foi publicado nesta terça-feira (8) no Diário Oficial do Rio; segundo o texto, medida visa proteger a religião que nasceu no Estado do Rio de Janeiro e apontar a necessidade de políticas públicas que promovam o respeito à diversidade religiosa; decreto também institui o cadastramento dos terreiros onde os cultos religiosos são praticados
Umbanda agora é patrimônio cultural imaterial da cidade do Rio de Janeiro; decreto que torna a religião de matriz africana um patrimônio carioca foi publicado nesta terça-feira (8) no Diário Oficial do Rio; segundo o texto, medida visa proteger a religião que nasceu no Estado do Rio de Janeiro e apontar a necessidade de políticas públicas que promovam o respeito à diversidade religiosa; decreto também institui o cadastramento dos terreiros onde os cultos religiosos são praticados (Foto: Paulo Emílio)

247 - A umbanda agora é patrimônio cultural imaterial da cidade do Rio de Janeiro. O decreto que torna a religião de matriz africana como um patrimônio carioca foi publicado nesta terça-feira (8) no Diário Oficial do Rio. Segundo o texto, medida visa proteger a religião que nasceu no Estado do Rio de Janeiro e apontar a necessidade de políticas públicas que promovam o respeito à diversidade religiosa.

Decreto assinado pelo prefeito Eduardo Paes também destaca "a reflexão acerca das religiões de matriz africana traz paralelo com atuações prévias do IRPH [Instituto Rio Patrimônio da Humanidade], como o Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana e a proteção do Cais do Valongo".

Medida também institui o cadastramento dos terreiros onde os cultos religiosos são praticados. O primeiro terreiro cadastrado é A Tenda Espírita Vovó Maria Conga de Aruanda, no Estácio (Rio).

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