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Vídeos de ataques foram editados, diz mulher de Lindbergh

A educadora Maria Antonia Goulart, mulher do senador Lindbergh Farias (PT-RJ), afirmou que os vídeos que estão circulando com o registro das agressões sofridas por ela e o marido na saída de um restaurante no Rio não mostram toda a discussão; as imagens mostram Lindbergh sendo xingado de "ladrão" e "pilantra" por um homem e uma mulher bastante alterados; a esposa dele afirmou que, na edição, foi retirada a agressão sofrida por ela; ela conta ter sido jogada no chão e machucado os joelhos e os antebraços

A educadora Maria Antonia Goulart, mulher do senador Lindbergh Farias (PT-RJ), afirmou que os vídeos que estão circulando com o registro das agressões sofridas por ela e o marido na saída de um restaurante no Rio não mostram toda a discussão; as imagens mostram Lindbergh sendo xingado de "ladrão" e "pilantra" por um homem e uma mulher bastante alterados; a esposa dele afirmou que, na edição, foi retirada a agressão sofrida por ela; ela conta ter sido jogada no chão e machucado os joelhos e os antebraços (Foto: Leonardo Lucena)

Rio 247 - A educadora Maria Antonia Goulart, mulher do senador Lindbergh Farias (PT-RJ), afirmou nessa segunda-feira (26) que os vídeos que estão circulando com o registro das agressões sofridas por ela e o marido na noite de sexta-feira (23), na saída de um restaurante na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, foram editados, e não mostram toda a discussão.

De acordo com as imagens, o parlamentar foi xingado de "ladrão" e "pilantra" por um homem e uma mulher bastante alterados. A esposa dele afirmou que foi retirada da edição a agressão sofrida por ela, que diz ter sido jogada no chão e machucado os joelhos e os antebraços.

A educadora se submeteu a exame de corpo de delito. O caso foi registrado na delegacia da Gávea, onde fica a residência do casal. A polícia não informou se o agressor já foi identificado.

Veja o vídeo:

Na saída do restaurante, deu-se o ataque. Maria Antonia afirmou que o senador reagiu ao ser insultado e ao vê-la derrubada no chão. "Na calçada, quase entrando no carro, ele e a mulher vieram como loucos, bem alterados, nervosos, agressivos. Jamais na vida passei por uma situação como essa, alguém chegar do nada, tirar a camisa no meio da rua. Uma coisa completamente gratuita", contou.

"Se ele estivesse em grupo, Lindbergh estaria na UTI. Ele brigou também, ou então ficaria apanhando. A gente estava tentando entrar no carro e o cara ainda chutou, amassou a lataria. Não se pode naturalizar uma coisa dessa, é muito grave. Se for assim, a gente entra na barbárie. Então passa o Eduardo Cunha na rua, e a gente vai espancar ele e a mulher dele?", questionou. Os relatos de Maria Antonia foram publicados no Estadão.

No Facebook, o senador contara que o homem gritava a frase "quem apoia Lula não pode jantar aqui". "Não serei intimidado pelos porta-vozes do ódio. É lamentável que as ideias sejam substituídas pela violência, que algumas pessoas sintam-se no direito de perseguir, ofender, ameaçar e agredir fisicamente quem pensa diferente, e que tal episódio tenha ocorrido na presença de meus familiares", disse.