Vítima diz que explosão em prédio foi criminosa
O alemão Markos Maria Muller afirmou aos médicos do Hospital Miguel Couto que a explosão no apartamento 1.001, em São Conrado, foi criminosa; com sinais de facadas no peito, pescoço e nádegas e, com metade do corpo queimado, ele disse, ainda, que a residência foi invadida; está sendo investigada a visita que o alemão recebeu no dia anterior ao da explosão; há suspeita de que tenha sido um garoto de programa; polícia também investiga s a informação de que, seis dias antes da explosão, o consumo de gás do apartamento de Markos aumentou o equivalente a quatro vezes da média mensal
Rio 247 - O alemão Markos Maria Muller afirmou aos médicos do Hospital Miguel Couto que a explosão no apartamento 1.001, em São Conrado, foi criminosa. Com sinais de facadas no peito, pescoço e nádegas e, com metade do corpo queimado, ele disse, ainda, que a residência foi invadida.
“Ele chegou dizendo que um homem invadiu o apartamento, assaltou, fez terrorismo usando uma faca para cortá-lo e, em seguida, disse que iria explodir tudo”, afirmou o funcionário do hospital ao jornal Extra.
Está sendo investigada a visita que o alemão recebeu no dia anterior ao da explosão. Há suspeita de que tenha sido um garoto de programa. Em consequência da explosão, Muller perdeu as funções dos rins, e o risco de morte ultrapassa os 90%.
A Polícia Civil suspeita de assalto por conta do encontro de uma mangueira do aquecedor. O objeto estava intacto e pode ter sido retirado para provocar vazamento. Mas também é investigada a informação da CEG à Agência Reguladora de Energia e Saneamento do Rio (Agenersa) de que seis dias antes da explosão o consumo de gás do apartamento de Markos aumentou o equivalente a quatro vezes da média mensal.
Dos 5.985.773 milhões de domicílios no Rio, apenas 1.017.745 milhão possuem seguros residenciais, segundo a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg). A penetração do serviço é de apenas 17%, índice ainda muito pequeno de acordo com o diretor-executivo da instituição, Neival Freitas.
“O Rio está em quarto lugar no ranking do Brasil. As pessoas acham que o seguro de residência é tão caro quanto de automóvel, mas essa não é a realidade”, disse. São Paulo é o estado que possui mais domicílios segurados, com a cobertura de 28% das casas. Em nível nacional, o índice de imóveis com seguro chega a 13%.