Wadih cobra investigação da OAB a rei das delações, acusado de propina

"Essas acusações têm que ser objeto de investigação por parte da OAB. Ele é advogado, compete ao tribunal de ética e disciplina da OAB abrir processo contra esse indivíduo", defende o deputado Wadih Damous, em vídeo; para ele, "o Código de Ética e Disciplina da OAB tem que tratar desse negócio de delação. Já é lamentável que advogados se predisponham a orientar seus clientes a fazerem delações em troca de gorda remuneração. Que pelo menos o código de ética, se não impede, ao menos regulamente essa prática"; assista

"Essas acusações têm que ser objeto de investigação por parte da OAB. Ele é advogado, compete ao tribunal de ética e disciplina da OAB abrir processo contra esse indivíduo", defende o deputado Wadih Damous, em vídeo; para ele, "o Código de Ética e Disciplina da OAB tem que tratar desse negócio de delação. Já é lamentável que advogados se predisponham a orientar seus clientes a fazerem delações em troca de gorda remuneração. Que pelo menos o código de ética, se não impede, ao menos regulamente essa prática"; assista
"Essas acusações têm que ser objeto de investigação por parte da OAB. Ele é advogado, compete ao tribunal de ética e disciplina da OAB abrir processo contra esse indivíduo", defende o deputado Wadih Damous, em vídeo; para ele, "o Código de Ética e Disciplina da OAB tem que tratar desse negócio de delação. Já é lamentável que advogados se predisponham a orientar seus clientes a fazerem delações em troca de gorda remuneração. Que pelo menos o código de ética, se não impede, ao menos regulamente essa prática"; assista (Foto: Gisele Federicce)
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247 - O deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) denunciou o que chamou de "indústria da delação premiada, da qual fazem parte juízes, procuradores e advogados", ao comentar a denúncia de que o advogado Antonio Figueiredo Basto de ter recebido propina para proteger doleiros.

Responsável pelas delações de Alberto Youssef e Delcídio Amaral, Basto foi acusado pelos doleiros Vinícius Claret e Claudio de Souza, integrantes do esquema de Dario Messer, de protegê-los em seus acordos de colaboração, a troca de uma mesada de US$ 50 mil, durante vários anos, desde as investigações sobre o Banco Banestado.

Damous lembra, em vídeo, que esse advogado é inclusive acusado "de ter vazado aquela informação que teria sido dita por Yousseff, de que Lula e Dilma sabiam de tudo, e que foram objeto de capa da revista Veja à época das eleições de 2014 para fortalecer a candidatura de Aécio Neves".

Figueiredo Basto se apresenta como advogado especializado em delações. "Veja a que ponto chegamos. Temos advogados que se especializam a orientar os seus clientes a dedurar, a trair, a delatar", critica o deputado. "Essas acusações têm que ser objeto de investigação por parte da OAB. Ele é advogado, compete ao tribunal de ética e disciplina da OAB abrir processo contra esse indivíduo", defende o parlamentar.

Para Damous, "o Código de Ética e Disciplina da OAB tem que tratar desse negócio de delação. Já é lamentável que advogados se predisponham a orientar seus clientes a fazerem delações em troca de gorda remuneração. Que pelo menos o código de ética, se não impede, ao menos regulamente essa prática".

O Congresso Nacional, disse ainda Wadih Damous, "também tem que regulamentar as delações, que já se transformaram numa indústria, da qual fazem parte juízes, procuradores e advogados, conforme Rodrigo Tacla Duran já denunciou várias vezes".

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