Witzel procurou deputados presos pela Java Jato em busca de apoio contra processo de impeachment

Governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), teria procurado o apoio dos deputados estaduais André Corrêa (DEM) e Chiquinho da Mangueira (PSC), presos durante a Operação Furna da Onça, para conseguir apoio contra o impeachment

(Foto: REUTERS/Adriano Machado)
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247 - O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), procurou o apoio de parlamentares presos durante a Operação Furna da Onça, um desdobramento da Lava Jato no Rio. Segundo reportagem do UOL, Witzel – que nesta quarta-feira (10) teve a abertura de um processo de impeachment aprovado por unanimidade – teria procurado os o deputado estadual André Corrêa (DEM) e o deputado Chiquinho da Mangueira (PSC). 

A reportagem aponta, ainda, que Witzel também estaria tentando conseguir o apoio dos demais parlamentares que foram alvos ad Operação Furna da Onça: Marcus Vinícius Neskau (PTB), Marcos Abrahão (Avante) e Luiz Martins (PDT). 

O deputado André Corrêa negou ter se encontrado Witzel, mas reconhece que manteve contato telefônico com o governador pouco após reassumir o mandato e na mesma semana em que a Polícia Federal realizou operações de busca e apreensão no Palácio Guanabara, sede do governo fluminense. 

"Não estive no Guanabara. Recebi um telefonema do governador onde ele me cumprimentou pela retomada do mandato e externou solidariedade como juiz diante da injustiça que sofri com uma prisão que foi considerada ilegal pela ministra Carmem Lúcia (do STF). Ele mencionou que também se sentia vítima e entendia o meu sofrimento que eu e minha família passamos", contou o parlamentar. 

O deputado Chiquinho da Mangueira também disse ter recebido ligações de Witzel. "Recebi o recado que queriam falar comigo do Palácio Guanabara na terça-feira, antes da votação do impeachment. Mas não respondi. Não retornei à ligação, porque não tenho nenhum interesse em participar de nada", relatou.

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