Witzel reconhece colapso da rede estadual de saúde, mas avalia reabertura gradual do comércio por meio de rodízio

Apesar de mais 300 pessoas estarem aguardando uma vaga nas UTIS púbicas do estado, o governador do Rio de Janeiro, Witzel Witzel (PSC), admitiu que avalia flexibilizar a quarentena, por meio de uma espécie de rodízio do CNPJ, visando a reabertura gradual do comércio

Wilson Witzel
Wilson Witzel (Foto: Eliane Carvalho/GOVRJ)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

247 - O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), reconheceu que a rede pública de saúde estadual está em colapso devido ao crescimento dos casos da Covid-19. Apesar de mais 300 pessoas estarem aguardando uma vaga nos leitos de UTI dos hospitais públicos, Witzel admitiu que avalia flexibilizar o isolamento social, estabelecendo uma espécie de rodízio por meio do CNJP, visando a reabertura gradual do comércio. 

“Hoje nós temos em torno de 30% da população nas ruas. Estamos no colapso da saúde já. Se formos liberar mais alguma atividade, quanto isso vai impactar nos transportes? Isso vai aumentar de 30% da população nas ruas para 50%. Isso corresponderá a quanto? É difícil de calcular porque não sabemos quanto serão contaminados e quantos precisarão estar no hospital”, disse Witzel durante entrevista pela internet ao site O Antagonista. 

Sobe a possibilidade de reabertura do comércio, Witzel destacou que isso deverá acontecer por etapas. “Estamos levantando se isso é viável, estudando para abrir a economia sem ter o impacto muito grande sobre as pessoas. Não há uma fórmula. A ideia mais próxima é fazer algum tipo de abertura após todos os hospitais de campanha prontos, o que seria na segunda quinzena de maio”< disse. 

“Não teremos hospitais para atender essa demanda. Mas temos que minimamente aos poucos fazer a abertura econômica. Mesmo com todos os hospitais instalados não podemos fazer abertura muito ampla”, completou. 

Ainda segundo ele, Jair Bolsonaro "colaborou para desinformar a população" quanto aos riscos do novo coronavírus e politizou a pandemia visando as eleições de 2022. 

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como:

• Cartão de crédito na plataforma Vindi: acesse este link

• Boleto ou transferência bancária: enviar email para [email protected]

• Seja membro no Youtube: acesse este link

• Transferência pelo Paypal: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Patreon: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Catarse: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Apoia-se: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Vakinha: acesse este link

Inscreva-se também na TV 247, siga-nos no Twitter, no Facebook e no Instagram. Conheça também nossa livraria, receba a nossa newsletter e ative o sininho vermelho para as notificações.

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247