Advogado deixa defesa de Eduardo Cunha

O advogado Rodrigo Rios deixou a defesa do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, no mesmo dia em que foi divulgada uma nota feita por Cunha da cadeia em que ele acusa o ministro do STF Edson Fachin de obstruir pedidos de liberdade e beneficiar delatores da Lava Jato; o advogado, que mora em Curitiba, tem boa relação com Fachin, que fez carreira no Paraná; segundo outra nota divulgada na imprensa, Cunha é considerado um preso "difícil" e foi obrigada a colocar algemas nos pés

Ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, é escoltado por policiais federais em Curitiba 20/10/2016 REUTERS/Rodolfo Buhrer
Ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, é escoltado por policiais federais em Curitiba 20/10/2016 REUTERS/Rodolfo Buhrer (Foto: Charles Nisz)

247 - O advogado Rodrigo Rios abandonou a defesa do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha nesta segunda-feira 28, mesmo dia em que foi divulgada uma nota feita por Cunha da cadeia em que ele acusa o ministro do STF Edson Fachin de obstruir pedidos de liberdade e beneficiar delatores da Lava Jato.

"Alguém ligado a mim saiu carregando alguma mala monitorada? Se até quem carregou a mala foi solto, por que continuo preso?", perguntou Cunha, em referência a aliados de Michel Temer, como Rodrigo Rocha Loures, e do senador Aécio Neves (PSDB).

O advogado que deixou a defesa do ex-deputado mora em Curitiba e tem boa relação com Fachin, que fez carreira no Paraná, segundo reportagem da Folha sobre o tema.

Outra nota sobre Cunha foi divulgada na coluna Expresso, da revista Época, dando conta de que Cunha é considerado um preso "difícil" no Complexo Penal de Pinhais e foi obrigado a usar algemas nos pés.

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