Advogados dizem que Moro prende quem ousa contestá-lo

Em um pedido de liberdade do ex-diretor da Odebrecht Alexandrino de Alencar, a defesa diz que o juiz Sérgio Moro decretou sua prisão preventiva depois que o executivo e o grupo "adotaram postura abominada pelas autoridades que conduzem a Lava Jato: defender sua inocência, não colaborar com a acusação e, no caso da empresa, contestar publicamente a legalidade dos atos judiciais". Crédito foto: Vagner Leal do Rosário

Em um pedido de liberdade do ex-diretor da Odebrecht Alexandrino de Alencar, a defesa diz que o juiz Sérgio Moro decretou sua prisão preventiva depois que o executivo e o grupo "adotaram postura abominada pelas autoridades que conduzem a Lava Jato: defender sua inocência, não colaborar com a acusação e, no caso da empresa, contestar publicamente a legalidade dos atos judiciais". Crédito foto: Vagner Leal do Rosário
Em um pedido de liberdade do ex-diretor da Odebrecht Alexandrino de Alencar, a defesa diz que o juiz Sérgio Moro decretou sua prisão preventiva depois que o executivo e o grupo "adotaram postura abominada pelas autoridades que conduzem a Lava Jato: defender sua inocência, não colaborar com a acusação e, no caso da empresa, contestar publicamente a legalidade dos atos judiciais". Crédito foto: Vagner Leal do Rosário (Foto: Roberta Namour)

247 – Em um pedido de liberdade do ex-diretor da Odebrecht Alexandrino de Alencar, a defesa criticou o juiz federal Sergio Moro.

Os advogados dizem que Moro decretou a prisão preventiva de Alexandrino depois que o executivo e o grupo "adotaram postura abominada pelas autoridades que conduzem a Lava Jato: defender sua inocência, não colaborar com a acusação e, no caso da empresa, contestar publicamente a legalidade dos atos judiciais".

Alexandrino foi citado nas delações do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef, por participação no esquema de corrupção.

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