Agências assinam acordo e vão devolver R$ 50 mi

Investigadas na Lava Jato por suspeita de pagar propina para obter contratos com estatais ou com o governo de forma irregular, empresas de publicidade Borghi Lowe e FCB assinaram acordo de leniência com o Ministério Público Federal; o ex-diretor-geral da Borghi em Brasília Ricardo Hoffmann, atualmente preso em Curitiba, é responsabilizado pelos atos irregulares da empresa

Investigadas na Lava Jato por suspeita de pagar propina para obter contratos com estatais ou com o governo de forma irregular, empresas de publicidade Borghi Lowe e FCB assinaram acordo de leniência com o Ministério Público Federal; o ex-diretor-geral da Borghi em Brasília Ricardo Hoffmann, atualmente preso em Curitiba, é responsabilizado pelos atos irregulares da empresa
Investigadas na Lava Jato por suspeita de pagar propina para obter contratos com estatais ou com o governo de forma irregular, empresas de publicidade Borghi Lowe e FCB assinaram acordo de leniência com o Ministério Público Federal; o ex-diretor-geral da Borghi em Brasília Ricardo Hoffmann, atualmente preso em Curitiba, é responsabilizado pelos atos irregulares da empresa (Foto: Gisele Federicce)
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247 - Acusadas de pagar propina para fechar contratos de forma irregular com a Petrobras, Caixa Econômica Federal e Ministério da Saúde, as agências de publicidade Borghi Lowe e FCB assinaram acordo de leniência com o Ministério Público Federal.

Investigadas na Operação Lava Jato, as empresas, que pertencem à multinacional Interpublic, concordaram em devolver R$ 50 milhões do lucro que obtiveram nos últimos anos por meio de contratos fraudulentos, segundo reportagem de David Friedlander.

O acordo também prevê que as agências disponibilizem o resultado de suas auditorias internas aos investigadores. Em troca, as empresas e seus presidentes se livram de processos por corrupção.

O ex-diretor-geral da Borghi em Brasília Ricardo Hoffmann, atualmente preso em Curitiba, é responsabilizado pelos atos irregulares da empresa. Segundo a Interpublic, o acordo "está relacionado a um ex-funcionário que violou o código de ética do grupo".

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