Avalanche de greves deixa governo Richa em alerta

Será a primeira vez, em três anos de gestão, que o governador Beto Richa (PSDB) enfrentará um movimento grevista articulado, nas vésperas das eleições; neste domingo (16), o Sindicato dos Servidores do Detran (SISDEP) realiza assembleia para deflagrar greve a partir de segunda-feira (17); um dia depois, trabalhadores da Saúde iniciam greve contra a privatização da área através da Funeas; na quarta-feira (19), será a vez da Educação parar

Será a primeira vez, em três anos de gestão, que o governador Beto Richa (PSDB) enfrentará um movimento grevista articulado, nas vésperas das eleições; neste domingo (16), o Sindicato dos Servidores do Detran (SISDEP) realiza assembleia para deflagrar greve a partir de segunda-feira (17); um dia depois, trabalhadores da Saúde iniciam greve contra a privatização da área através da Funeas; na quarta-feira (19), será a vez da Educação parar
Será a primeira vez, em três anos de gestão, que o governador Beto Richa (PSDB) enfrentará um movimento grevista articulado, nas vésperas das eleições; neste domingo (16), o Sindicato dos Servidores do Detran (SISDEP) realiza assembleia para deflagrar greve a partir de segunda-feira (17); um dia depois, trabalhadores da Saúde iniciam greve contra a privatização da área através da Funeas; na quarta-feira (19), será a vez da Educação parar (Foto: Leonardo Lucena)
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Blog do Esmael - Diversas categorias de servidores públicos do Paraná deverão cruzar os braços na semana que vem contra o governo Beto Richa (PSDB). Será a primeira vez, em três anos de gestão, que o tucano enfrentará um movimento paredista articulado. E o que é mais grave: nas vésperas das eleições de outubro.

Neste domingo (16), em Campo Mourão, Noroeste, o Sindicato dos Servidores do Detran (SISDEP) realiza assembleia geral para deflagrar greve a partir de segunda-feira, dia 17. Ano passado, os trabalhadores do Departamento de Trânsito tiveram o movimento considerado ilegal pela Justiça, mas recorreram da decisão e ganharam a batalha.

Na terça-feira, dia 18, trabalhadores da Saúde iniciam greve por tempo indeterminado. A paralisação é contra a privatização da área através da Funeas (Fundação Estatal de Saúde).

O Sindicato da Saúde do Paraná (SindSaúde) acusa o governo do Paraná de já ter ampliado nos últimos três anos em mais de 180% os gastos com terceirizações que, consequentemente, precarizaram o trabalho dos funcionários e maximizaram o lucro de alguns empresários espertalhões.

Na quarta-feira, dia 19, será a vez da Educação parar. A maior categoria de servidores reivindica a implantação de 33% de hora-atividade para professores e exige o pagamento de R$ 100 milhões de atrasos relativos a avanços e promoções devidos aos educadores.

Ontem (13) em Cascavel, no Oeste, Richa falou que os professores e servidores não têm que reclamar de nada. Segundo ele, "tudo já está pago. Não existe essa cobrança que foi apresentada" (clique aqui para ler mais e assistir vídeo).

O governador ainda disse que a hora-atividade chega a 41% no Paraná. "A Justiça atesta que o Paraná está certo em 41%", afirmou. Os professores, no entanto, contestam. Para eles, Richa só cumpre 30% da hora-atividade.

O tucano teve de sair pelas portas dos fundos da prefeitura para evitar os protestos de servidores e agricultores atingidos por barragens de usinas.

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