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Sul

Azevedo: Fernando Baiano pediu doação para PMDB

Presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Marques de Azevedo, que está preso na superintendência da PF em Curitiba, afirmou em depoimento ter sido procurado por Fernando Antônio Falcão Soares, conhecido como Fernando Baiano, para que a empreiteira fizesse doações de campanha ao PMDB; "O que foi prontamente rechaçado, haja vista que já existia um critério pré estabelecido de doação para o diretório nacional sem a existência de intermediários", afirmou o executivo; Fernando Baiano também está preso e já é réu em ação penal por corrupção e lavagem de dinheiro; ele é apontado como operador do PMDB na Petrobrás

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Presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Marques de Azevedo, que está preso na superintendência da PF em Curitiba, afirmou em depoimento ter sido procurado por Fernando Antônio Falcão Soares, conhecido como Fernando Baiano, para que a empreiteira fizesse doações de campanha ao PMDB; "O que foi prontamente rechaçado, haja vista que já existia um critério pré estabelecido de doação para o diretório nacional sem a existência de intermediários", afirmou o executivo; Fernando Baiano também está preso e já é réu em ação penal por corrupção e lavagem de dinheiro; ele é apontado como operador do PMDB na Petrobrás (Foto: Aquiles Lins)
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Paraná 247 - Em depoimento à Polícia Federal no dia 19 de maio, o presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Marques de Azevedo, que está preso na superintendência da PF em Curitiba, afirmou ter sido procurado por Fernando Antônio Falcão Soares, conhecido como Fernando Baiano, para que a empreiteira fizesse doações de campanha ao PMDB.

Fernando Baiano também está preso e já é réu em ação penal por corrupção e lavagem de dinheiro. Ele é apontado como operador do PMDB na Petrobrás.

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"Que Fernando Baiano, em uma oportunidade, abordou o declarante, solicitando doação oficial de campanha, possivelmente para o PMDB, o que foi prontamente rechaçado, haja vista que já existia um critério pré estabelecido de doação para o diretório nacional sem a existência de intermediários", afirmou o executivo, segundo o depoimento.

Ao ser questionado pela força-tarefa da Lava Jato, Otávio Marques de Azevedo declarou que manteve "relação institucional" com pelo menos seis políticos do PMDB, incluindo o vice-presidente da República Michel Temer e o presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB/RJ). "Que conheceu e teve relação institucional com os seguintes políticos do PMDB: Michel Temer, Eliseu Padilha (ministro da Aviação Civil), Eduardo Cunha, Eduardo Paes (prefeito do Rio), Sergio Cabral (ex-governador do Rio e alvo de inquérito na Lava Jato), Aloisio Vasconcelos, dentre outros".

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O executivo, contudo, não deu mais detalhes sobre o relacionamento institucional que manteve com estes políticos, e negou que a Andrade Gutierrez tenha participado do esquema de cartel em obras da Petrobrás. "Que prova de não ser beneficiado pelo alegado cartel é o fato de, apesar de ser a segunda maior empreiteira do País, a Andrade Gutierrez ficou na 12ª posição na participação de contratos com a estatal", afirmou o executivo.

Além disso, explicou o empresário, Baiano também foi ao seu escritório em uma ocasião para negociar a compra de uma lancha que Azevedo colocou para vender em 2012 e que foi adquirida por Baiano por R$ 1,5 milhão. 

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