Cai comandante da PM de Richa. Francischini é o próximo

O comandante da Polícia Militar do Paraná, coronel Cesar Vinicius Kogut, pediu exoneração nesta quinta (7), por "dificuldades intransponíveis" com o comando da Segurança no Estado; ele foi um dos responsáveis pela desastrosa operação policial que deixou quase 200 feridos durante uma manifestação contra o governo de Beto Richa (PSDB), na semana passada; o comandante da ação, o secretário de Segurança Fernando Francischini, permanece por ora no cargo, mas deve sair nos próximos dias; ele e Kogut se desentenderam publicamente nesta semana, sobre a responsabilidade pelo massacre

O comandante da Polícia Militar do Paraná, coronel Cesar Vinicius Kogut, pediu exoneração nesta quinta (7), por "dificuldades intransponíveis" com o comando da Segurança no Estado; ele foi um dos responsáveis pela desastrosa operação policial que deixou quase 200 feridos durante uma manifestação contra o governo de Beto Richa (PSDB), na semana passada; o comandante da ação, o secretário de Segurança Fernando Francischini, permanece por ora no cargo, mas deve sair nos próximos dias; ele e Kogut se desentenderam publicamente nesta semana, sobre a responsabilidade pelo massacre
O comandante da Polícia Militar do Paraná, coronel Cesar Vinicius Kogut, pediu exoneração nesta quinta (7), por "dificuldades intransponíveis" com o comando da Segurança no Estado; ele foi um dos responsáveis pela desastrosa operação policial que deixou quase 200 feridos durante uma manifestação contra o governo de Beto Richa (PSDB), na semana passada; o comandante da ação, o secretário de Segurança Fernando Francischini, permanece por ora no cargo, mas deve sair nos próximos dias; ele e Kogut se desentenderam publicamente nesta semana, sobre a responsabilidade pelo massacre (Foto: Valter Lima)
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247 - O comandante da Polícia Militar do Paraná, coronel Cesar Vinicius Kogut, pediu exoneração na tarde desta quinta-feira (7), por "dificuldades intransponíveis" com o comando da Segurança no Estado. Kogut foi um dos responsáveis pela operação policial que deixou quase 200 feridos durante uma manifestação contra o governo de Beto Richa (PSDB), na semana passada.

O comandante da ação, o secretário de Segurança Fernando Francischini, permanece por ora no cargo, mas deve sair nos próximos dias. Ele e Kogut se desentenderam publicamente nesta semana, depois que o secretário atribuiu a responsabilidade pela ação, que jogou bombas de gás e tiros de borracha contra os manifestantes por quase duas horas, exclusivamente à PM.

O coronel rebateu dizendo, em carta ao governador, que Francischini "foi alertado inúmeras vezes" sobre a possibilidade de pessoas se ferirem na ação policial, e chegou a dar "ordens diretas quanto ao desdobramento e à aplicação de tropa". Com Kogut fora, a saída de Francischini é iminente.

 

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