Com ataques de pânico, Cerveró pode virar delator

Com problemas psicológicos, Nestor Cerveró, ex-diretor da área internacional da Petrobras, iniciou as negociações nesta quarta-feira (1º), na Superintendência da PF, em Curitiba; mesmo já tendo sido condenado a cinco anos em regime fechado por lavagem de dinheiro, ele poderá ter sua pena reduzida caso conte o que sabe aos procuradores da investigação e haja revelações importantes em seus depoimentos

Com problemas psicológicos, Nestor Cerveró, ex-diretor da área internacional da Petrobras, iniciou as negociações nesta quarta-feira (1º), na Superintendência da PF, em Curitiba; mesmo já tendo sido condenado a cinco anos em regime fechado por lavagem de dinheiro, ele poderá ter sua pena reduzida caso conte o que sabe aos procuradores da investigação e haja revelações importantes em seus depoimentos
Com problemas psicológicos, Nestor Cerveró, ex-diretor da área internacional da Petrobras, iniciou as negociações nesta quarta-feira (1º), na Superintendência da PF, em Curitiba; mesmo já tendo sido condenado a cinco anos em regime fechado por lavagem de dinheiro, ele poderá ter sua pena reduzida caso conte o que sabe aos procuradores da investigação e haja revelações importantes em seus depoimentos (Foto: Roberta Namour)

247 - Preso desde janeiro, Nestor Cerveró, ex-diretor da área internacional da Petrobras, pode ser o próximo delator da operação Lava Jato.

Com ataques de pânico, ele iniciou as negociações nesta quarta-feira (1º), na Superintendência da PF, em Curitiba. Atualmente ele divide cela com o doleiro Alberto Youssef no Complexo Médico Penal, em Pinhais.

Condenado a cinco anos de prisão em regime fechado, ele é suspeito de receber US$ 40 milhões de propina para intermediar a contratação de navios-sonda.

Mesmo já tendo sido condenado por lavagem de dinheiro na Justiça, ele poderá ter sua pena reduzida caso conte o que sabe aos procuradores da investigação e haja revelações importantes em seus depoimentos.

Nestor Cerveró sempre negou envolvimento no esquema de corrupção na estatal e sempre se recusou a negociar a delação. Seus advogados argumentavam que não tinha motivo para que ele fizesse acordo.

Leia aqui reportagem de Bella Megale sobre o assunto.

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