Defesa da OAS chama Moro de 'justiceiro'

No memorial, os advogados chamam o juiz federal Sergio Moro de "justiceiro" e parcial; cinco executivos da OAS, incluindo o presidente da empresa, Léo Pinheiro, são acusados de suborno para obter contratos na Petrobras; eles também acusam os procuradores de usar "provas ilícitas" e dizem que está criado um cenário de "condenação antecipada"

No memorial, os advogados chamam o juiz federal Sergio Moro de "justiceiro" e parcial; cinco executivos da OAS, incluindo o presidente da empresa, Léo Pinheiro, são acusados de suborno para obter contratos na Petrobras; eles também acusam os procuradores de usar "provas ilícitas" e dizem que está criado um cenário de "condenação antecipada"
No memorial, os advogados chamam o juiz federal Sergio Moro de "justiceiro" e parcial; cinco executivos da OAS, incluindo o presidente da empresa, Léo Pinheiro, são acusados de suborno para obter contratos na Petrobras; eles também acusam os procuradores de usar "provas ilícitas" e dizem que está criado um cenário de "condenação antecipada" (Foto: Roberta Namour)

247 – Na última oportunidade de defesa dos executivos da OAS na Operação Lava Jato, os advogados chamam o juiz federal Sergio Moro de "justiceiro" e parcial.

Cinco executivos da OAS, incluindo o presidente da empresa, Léo Pinheiro, são acusados de suborno para obter contratos na Petrobras.

Na peça, eles também acusam os procuradores de usar "provas ilícitas" e dizem que está criado um cenário de "condenação antecipada".

Em janeiro deste ano, os advogados pediram a nulidade do processo desde o princípio, alegando que, em 2010, o juiz havia se declarado suspeito por razões íntimas para atuar em um inquérito que tratava do doleiro Alberto Youssef.

Naquele inquérito, o juiz se apresentou em dificuldade para continuar no caso porque discordou do encaminhamento dado pelo Ministério Público Federal a um acordo de delação premiada fechado com o doleiro em relação a outro escândalo, o que desvendou remessas ao exterior no chamado Caso Banestado.

Para a OAS, no entanto, a decisão de se declarar suspeito impediria o juiz Moro de conduzir "qualquer outro processo em que estivesse envolvido o corréu delator Alberto Youssef".

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