Defesa de Youssef pedirá prisão domiciliar

O doleiro Alberto Youssef vai pedir prisão domiciliar "o mais rápido possível", informou nesta quarta-feira (6) o criminalista Antonio Figueiredo Basto, que defende o principal nome da Operação Lava Jato; Youssef foi condenado hoje a cinco anos de prisão por lavagem de R$ 1,16 milhão; em setembro de 2014 ele fez delação premiada e revelou nomes de deputados e senadores que teriam recebido propinas do esquema de corrupção na Petrobras

O doleiro Alberto Youssef vai pedir prisão domiciliar "o mais rápido possível", informou nesta quarta-feira (6) o criminalista Antonio Figueiredo Basto, que defende o principal nome da Operação Lava Jato; Youssef foi condenado hoje a cinco anos de prisão por lavagem de R$ 1,16 milhão; em setembro de 2014 ele fez delação premiada e revelou nomes de deputados e senadores que teriam recebido propinas do esquema de corrupção na Petrobras
O doleiro Alberto Youssef vai pedir prisão domiciliar "o mais rápido possível", informou nesta quarta-feira (6) o criminalista Antonio Figueiredo Basto, que defende o principal nome da Operação Lava Jato; Youssef foi condenado hoje a cinco anos de prisão por lavagem de R$ 1,16 milhão; em setembro de 2014 ele fez delação premiada e revelou nomes de deputados e senadores que teriam recebido propinas do esquema de corrupção na Petrobras (Foto: Valter Lima)
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247 - O doleiro Alberto Youssef vai pedir prisão domiciliar "o mais rápido possível", informou nesta quarta-feira (6) o criminalista Antonio Figueiredo Basto, que defende o principal nome da Operação Lava Jato.

Youssef foi condenado hoje a cinco anos de prisão por lavagem de R$ 1,16 milhão do mensalão. Em setembro de 2014 ele fez delação premiada em acordo com a força tarefa da Lava Jato. Revelou nomes de deputados e senadores que teriam recebido propinas do esquema de corrupção na estatal petrolífera.

O pacto prevê que o doleiro, ainda que condenado em todas ações penais da Lava Jato, só permanecerá na prisão entre 3 anos e 5 anos, no máximo. Ele já está preso desde 17 de março de 2014, quando foi deflagrada a Lava Jato.

Figueiredo Basto disse que ainda não leu a sentença desta quarta feira. Mas avalia que a decisão do juiz Sérgio Moro “mais uma vez renova a ideia da importância do acordo e da efetividade da colaboração premiada”. Na sentença, Moro deixou expresso que a pena para o doleiro, na prática, não poderá passar 3 anos em regime fechado.

“Estamos muito satisfeitos porque o juiz fixou em três anos a pena (para Youssef) por todas as condenações”, declarou Figueiredo Basto. “Pode-se chegar, ao final de mais de dez processos, a uma pena elevada, mas serão só 3 anos para cumprir. Não li a sentença, ainda, mas esse dado nos deixa satisfeitos”, disse.

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