Dívida em pedras preciosas motivou tiroteio e morte em posto de Curitiba, diz delegada

Segundo a delegada Tathiana Guzella, o suspeito preso seria o mandante do crime.

Imagem de câmera de segurança que flagrou o assassinato de Igor Martinho Kalluf
Imagem de câmera de segurança que flagrou o assassinato de Igor Martinho Kalluf (Foto: Reprodução)
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247 - A delegada Tathiana Guzella, que investiga as duas mortes em um posto de combustíveis, em Curitiba, afirmou nesta sexta-feira, que o crime foi motivado por acerto de contas envolvendo uma cobrança por pedras preciosas, sendo a maior parte de esmeraldas, no valor de R$ 480 mil.

Segundo a delegada, um ourives, que mora em Curitiba, repassou as pedras para um empresário e precisava cobrar o valor para pagar um fornecedor de São Paulo. Como o ourives era amigo do empresário, ele preferiu contratar o advogado Ygor Kaluff para fazer a cobrança.

"Quando Ygor foi à loja de conveniências, local público, filmado, ele levou consigo um amigo que ia começar a trabalhar para ele mesmo, para o próprio Ygor, como motoboy em um restaurante que ele possui sociedade com um estrangeiro. Ele foi com esse amigo e ambos estavam desarmados. Ocorre que, por outro lado, o empresário preso contrata três pessoas para acompanhar a reunião e os três estavam armados", explicou a delegada Tathiana.

Um dos suspeitos envolvidos no tiroteio foi preso na madrugada desta sexta-feira, 12 de junho. 

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