Em vídeo, Moro diz ter apoio de quase toda a população

Juiz federal Sérgio Moro postou um vídeo na página do Facebook "Eu MORO com ele", criada por sua esposa, a advogada Rosangela Wolff Moro, para agradecer as "manifestações de carinho" e para dizer as ações da Operação Lava Jato, da qual ele é o juiz responsável nos processos em 1ª instância, tem o apoio da "grande maioria, talvez a totalidade da população"; "[A página] ajudou em um momento muito tenso para que nós realizássemos essa travessia, sabendo que nós contávamos com o apoio da grande maioria, talvez a totalidade da população para esses trabalhos que vêm sendo realizados na assim chamada Operação Lava Jato", afirma Moro

sergio moro
sergio moro (Foto: Paulo Emílio)

Paraná 247 - O Juiz federal Sérgio Moro postou um vídeo na página do Facebook "Eu MORO com ele", criada por sua esposa, a advogada Rosangela Wolff Moro, para agradecer as "manifestações de carinho" e para dizer as ações da Operação Lava Jato, da qual ele é o juiz responsável nos processos em 1ª instância, tem o apoio da "grande maioria, talvez a totalidade da população". Nesta sexta-feira (17), a Operação Lava Jato completou três anos e a página do Facebook, um.

No vídeo, Moro agradece os comentários deixados na página criada por sua mulher e diz que ela "foi criada em um momento muito difícil"."[A página] ajudou em um momento muito tenso para que nós realizássemos essa travessia, sabendo que nós contávamos com o apoio da grande maioria, talvez a totalidade da população para esses trabalhos que vêm sendo realizados na assim chamada Operação Lava Jato", afirmou o magistrado no vídeo.

"A página está completando um ano, continua recebendo essas manifestações de carinho e eu tenho somente que agradecer a todos vocês", disse em seguida. A referência ao momento difícil de criação da página é uma referência ao fato dela ter sido criada na mesma semana em que ele determinou a sigilo de uma conversa telefônica entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente deposta Dilma Rousseff.

Na ocasião o então ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, falecido em um acidente aéreo no começo deste ano, criticou a atitude de Moro e determinou que todas as investigações envolvendo o ex-presidente para o STF, além de ter decretado o sigilo das intercepções telefônicas envolvendo Lula.

Moro pediu respeitosas escusas" ao STF pelos danos causados pela divulgação das escutas e afirmou que não agiu com motivação política ou partidária.

 

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