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Sul

Fotógrafo de Richa assina delação premiada

O fotógrafo, amigo e ex-assessor do governador Beto Richa (PSDB), Marcelo Tchello Caramori, será delator de um esquema de corrupção investigado pelo Gaeco, braço policial do Ministério Público do Paraná; ele ocupava um cargo comissionado até janeiro de 2015 e com sua prisão pela exploração de menores, Caramori entregou as relações promíscuas do primo do governador, o lobista Luiz Abi Antoun, com a Receita Estadual, bem como as fraudes no governo estadual

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O fotógrafo, amigo e ex-assessor do governador Beto Richa (PSDB), Marcelo Tchello Caramori, será delator de um esquema de corrupção investigado pelo Gaeco, braço policial do Ministério Público do Paraná; ele ocupava um cargo comissionado até janeiro de 2015 e com sua prisão pela exploração de menores, Caramori entregou as relações promíscuas do primo do governador, o lobista Luiz Abi Antoun, com a Receita Estadual, bem como as fraudes no governo estadual (Foto: Leonardo Lucena)
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Blog do Esmael - O fotógrafo, amigo e ex-assessor do governador Beto Richa (PSDB), Marcelo Tchello Caramori, assinou delação premiada com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), braço policial do Ministério Público do Paraná. A informação é do repórter Lucas Reis, na edição deste domingo (7) no jornal Folha de S. Paulo.

Segundo a reportagem, o ex-assessor do governador teria ficado decepcionado e por isso mudou até a tatuagem que tinha no antebraço. Ele trocou "100% Beto Richa" por "100% família" após ser renegado publicamente por Beto Richa.

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Conhecido nos bastidores policiais e políticos como "Taradão do Palácio Iguaçu", em virtude do cargo comissionado que tinha até janeiro de 2015 e com sua prisão pela exploração de menores, Caramori entregou as relações promíscuas do primo do governador, o lobista Luiz Abi Antoun, com a Receita Estadual, bem como as fraudes no governo do estado.

De acordo com o delator Caramori, que já prestou sete depoimentos ao Gaeco, o parente comandava uma organização criminosa no governo — que fraudava licitações — e tinha a missão de arrecadar dinheiro para as campanhas de Beto Richa.

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