Gleisi defende solução pacífica para Ucrânia

Senadora do PT-PR lembrou dos laços com o país, que vive impasse com a Russia após deposição do presidente; hoje, segunda a parlamentar, há cerca de 500 mil ucranianos no Brasil e, desse total, 80% vivem no Paraná, nas cidades de Prudentópolis e na capital, Curitiba

Senadora do PT-PR lembrou dos laços com o país, que vive impasse com a Russia após deposição do presidente; hoje, segunda a parlamentar, há cerca de 500 mil ucranianos no Brasil e, desse total, 80% vivem no Paraná, nas cidades de Prudentópolis e na capital, Curitiba
Senadora do PT-PR lembrou dos laços com o país, que vive impasse com a Russia após deposição do presidente; hoje, segunda a parlamentar, há cerca de 500 mil ucranianos no Brasil e, desse total, 80% vivem no Paraná, nas cidades de Prudentópolis e na capital, Curitiba (Foto: Roberta Namour)
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Agência Senado - A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) manifestou nesta segunda-feira (10) preocupação com a crise política instalada na Ucrânia, que se tornou uma nação dividida. De um lado, na parte oeste do território, a população fala ucraniano e é pró-Ocidente. Na outra parte, ao sul e ao leste, o idioma é o russo e há uma posição favorável à Rússia.

Gleisi lembrou dos laços do Brasil com os dois povos e acrescentou que, com os ucranianos, essa ligação começou há 120 anos, quando imigrantes provenientes daquela região se instalaram principalmente no Paraná.

Hoje, disse a senadora, há cerca de 500 mil ucranianos no Brasil e, desse total, 80% vivem no Paraná, nas cidades de Prudentópolis e na capital, Curitiba.

Na opinião de Gleisi Hoffmann, preservar a vida e a paz e afastar qualquer ameaça de guerra é missão principal de qualquer governo.

- Em primeiro lugar, antes de tudo e de qualquer interesse, antes do econômico, do religioso, do político, está a vida, está o ser humano, estão as crianças, os idosos, os pais de família. E muitas famílias, nesse caso, são compostas por membros de ambas nacionalidades, ucranianos e russos, que poderiam ser levados a um conflito absolutamente desnecessário. Evitar a guerra a qualquer custo deve ser a principal meta de todos os lados envolvidos - disse a senadora.

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