Gleisi sobre fraudes da Odebrecht: ‘não ouvimos explicação da Lava Jato. Não há o que dizer?’

A presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), cobrou explicações da força-tarefa da Operação Lava Jato, da Polícia Federa, após uma perícia feita a pedido da defesa do ex-presidente Lula dizer que a Odebrecht apresentou documentos fraudados à Justiça como se fossem provas de repasses de propinas a políticos registrados no Drousys, o sistema de contabilidade paralela da empresa; "Até agora não ouvimos nenhuma explicação da força tarefa da Lava Jato. Não tem como explicar? Não há o que dizer?!", questionou a parlamentar

Brasília - A senadora Gleisi Hoffmann discursa no Plenário do Senado durante sessão não deliberativa (Wilson Dias/Agência Brasil)
Brasília - A senadora Gleisi Hoffmann discursa no Plenário do Senado durante sessão não deliberativa (Wilson Dias/Agência Brasil) (Foto: Leonardo Lucena)

Paraná 247 - A presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), cobrou explicações da força-tarefa da Operação Lava Jato, da Polícia Federa, após uma perícia feita a pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmar que a Odebrecht apresentou documentos fraudados à Justiça como se fossem provas de repasses de propinas a políticos registrados no Drousys, o sistema de contabilidade paralela da empresa.

"São muitos os questionamentos sobre as delações e “provas” apresentadas pelos executivos da Odebrecht. Até agora não ouvimos nenhuma explicação da força tarefa da Lava Jato. Não tem como explicar? Não há o que dizer?!", questionou a parlamentar em sua conta no Twitter.

Segundo a coluna Painel, alguns extratos têm marcas de montagem ou enxerto, de acordo com o especialista responsável pela análise de papéis anexados pelo Ministério Público Federal em acusação contra Lula. Os documentos fazem parte de ação da Lava Jato que investiga o uso de um apartamento vizinho ao do ex-presidente em São Bernardo do Campo. Conforme a acusação, a Odebrecht custeou a aquisição do imóvel.

Vale ressaltar que, Rodrigo Tacla Durán, advogado que prestou serviço para a Odebrecht e está foragido na Espanha, já havia dito que a empresa manipulou dados desta instituição financeira.

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