Juiz auxiliar de Teori vai a Curitiba interrogar Marcelo Odebrecht

Juiz auxiliava o ministro Teori Zavascki nas investigações da Lava Jato no STF, Márcio Schiefler Fontes, estará em Curitiba nesta sexta-feira, 27, para interrogar o ex-presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht; audiência é um procedimento padrão antes da Justiça homologar um acordo de delação premiada; juiz fará poucas perguntas ao ex-presidente da empreiteira, mas a principal é se a colaboração foi firmada espontaneamente ou se ele foi coagido pelos procuradores

Juiz auxiliava o ministro Teori Zavascki nas investigações da Lava Jato no STF, Márcio Schiefler Fontes, estará em Curitiba nesta sexta-feira, 27, para interrogar o ex-presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht; audiência é um procedimento padrão antes da Justiça homologar um acordo de delação premiada; juiz fará poucas perguntas ao ex-presidente da empreiteira, mas a principal é se a colaboração foi firmada espontaneamente ou se ele foi coagido pelos procuradores
Juiz auxiliava o ministro Teori Zavascki nas investigações da Lava Jato no STF, Márcio Schiefler Fontes, estará em Curitiba nesta sexta-feira, 27, para interrogar o ex-presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht; audiência é um procedimento padrão antes da Justiça homologar um acordo de delação premiada; juiz fará poucas perguntas ao ex-presidente da empreiteira, mas a principal é se a colaboração foi firmada espontaneamente ou se ele foi coagido pelos procuradores (Foto: Aquiles Lins)

Paraná 247 - O juiz auxiliar do ministro Teori Zavascki nas investigações da operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, Márcio Schiefler Fontes, estará em Curitiba nesta sexta-feira, 27, para interrogar o ex-presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht.

Com a morte de Teori em acidente aéreo, a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, determinou o andamento no processo de homologação das delações premiadas de 77 ex-executivos da Odebrecht, incluindo a de Marcelo Odebrecht.

A audiência é um procedimento padrão antes da Justiça homologar um acordo de delação premiada. O juiz fará poucas perguntas a Marcelo Odebrecht, mas a principal é se a colaboração foi firmada espontaneamente ou se ele foi coagido pelos procuradores.

Com isso, a Justiça pode validar o acordo e as informações repassadas na colaboração podem ser usadas nas investigações. 

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