Justiça do Paraná aceita denúncia contra Cerveró, Youssef e mais dois

Juiz Sérgio Moro aceitou a última denúncia oferecida pelo MPF na sétima fase da operação Lava Jato; passam a ser réus no processo o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró; Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, apontado como operador do PMDB no esquema de corrupção; e o executivo da Toyo Setal, Júlio Camargo; o juiz Sérgio Moro também aceitou a denúncia contra o doleiro Alberto Youssef, que já tinha virado réu em outras ações

Juiz Sérgio Moro aceitou a última denúncia oferecida pelo MPF na sétima fase da operação Lava Jato; passam a ser réus no processo o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró; Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, apontado como operador do PMDB no esquema de corrupção; e o executivo da Toyo Setal, Júlio Camargo; o juiz Sérgio Moro também aceitou a denúncia contra o doleiro Alberto Youssef, que já tinha virado réu em outras ações
Juiz Sérgio Moro aceitou a última denúncia oferecida pelo MPF na sétima fase da operação Lava Jato; passam a ser réus no processo o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró; Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, apontado como operador do PMDB no esquema de corrupção; e o executivo da Toyo Setal, Júlio Camargo; o juiz Sérgio Moro também aceitou a denúncia contra o doleiro Alberto Youssef, que já tinha virado réu em outras ações (Foto: Leonardo Lucena)
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Paraná 247 – A Justiça Federal do Paraná, responsável pelas investigações da Lava Jato na primeira instância, aceitou nesta quarta-feira (17) a última denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal(MPF) na sétima fase da operação.

Passam a ser réus no processo o ex-diretor da área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró; Fernando Soares, lobista conhecido como Fernando Baiano, apontado como um dos operadores do esquema de corrupção na estatal; e o executivo da Toyo Setal, Júlio Camargo. Além deles, a Justiça também aceitou a denúncia contra o doleiro Alberto Youssef, que já tinha virado réu em outras ações.

Eles são acusados de participação em crimes lavagem de dinheiro contra o sistema financeiro nacional e lavagem de capital entre 2006 e 2012, conforme a denúncia. Segundo MPF, Fernando Baiano e Nestor Cerveró são suspeitos de receber US$ 40 milhões de propina nos anos de 2006 e 2007 com o objetivo de intermediar a contratação de navios-sonda para a perfuração de águas profundas na África e no México.

Nestor Cerveró e Fernando Baiano respondem por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Além destes crimes, Júlio Camargo também responderá por fraudes em contratos de câmbio e evasão fraudulenta de divisas.

O advogado Edson Ribeiro, que defende Nestor Cerveró, afirmou ao G1 que não tem conhecimento da decisão e nega envolvimento do seu cliente com Fernando Baiano e com o esquema investigado pela Lava Jato, cujas investigações apontam uma movimentação de cerca de R$ 10 bilhões. O esquema envolvia políticos, empreiteiras e a Petrobras.

Além de Youssef e Fernando Baiano, 11 executivos de empreiteiras continuam presos na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba (PR). O juiz Sérgio Moro, responsável pela condução das investigações, aceitou todas as denúncias oferecidas pelo MPF contra 39 investigados. De acordo com o MPF, 23 dos denunciados são ligados às empreiteiras Camargo Corrêa, Engevix, Galvão Engenharia, Mendes Júnior, OAS e UTC.

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