Justiça homologa delação de Shinko Nakandakari na Lava Jato

O juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Criminal do Paraná, homologou o acordo de delação premiada com o engenheiro Shinko Nakandakari, apontado pelo executivo Erton Fonseca, da Galvão Engenharia, como operador do esquema de desvio de recursos da Diretoria de Serviços da Petrobras; Shinko disse à Justiça Federal que pagou propinas para o ex-gerente da Refinaria do Nordeste (Rnest), Glauco Legatti; ele confirmou à Justiça que pagou R$ 1 milhão “em espécie” e "em parcelas" para Renato Duque, e outros R$ 4,4 milhões para Pedro Barusco  

O juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Criminal do Paraná, homologou o acordo de delação premiada com o engenheiro Shinko Nakandakari, apontado pelo executivo Erton Fonseca, da Galvão Engenharia, como operador do esquema de desvio de recursos da Diretoria de Serviços da Petrobras; Shinko disse à Justiça Federal que pagou propinas para o ex-gerente da Refinaria do Nordeste (Rnest), Glauco Legatti; ele confirmou à Justiça que pagou R$ 1 milhão “em espécie” e "em parcelas" para Renato Duque, e outros R$ 4,4 milhões para Pedro Barusco
 
O juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Criminal do Paraná, homologou o acordo de delação premiada com o engenheiro Shinko Nakandakari, apontado pelo executivo Erton Fonseca, da Galvão Engenharia, como operador do esquema de desvio de recursos da Diretoria de Serviços da Petrobras; Shinko disse à Justiça Federal que pagou propinas para o ex-gerente da Refinaria do Nordeste (Rnest), Glauco Legatti; ele confirmou à Justiça que pagou R$ 1 milhão “em espécie” e "em parcelas" para Renato Duque, e outros R$ 4,4 milhões para Pedro Barusco   (Foto: Valter Lima)

247 - O juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Criminal do Paraná, homologou na última quinta-feira o acordo de delação premiada com o engenheiro Shinko Nakandakari, apontado pelo executivo Erton Fonseca, da Galvão Engenharia, como operador do esquema de desvio de recursos da Diretoria de Serviços da Petrobras. Este é o 15º acordo de delação premiada a ser homologado pela Justiça Federal do Paraná.

Shinko disse à Justiça Federal que pagou propinas para o ex-gerente da Refinaria do Nordeste (Rnest), Glauco Legatti. Ele afirmou que os pagamentos para Legatti avançaram até o ano de 2014, até mesmo depois da Operação Lava-Jato ter sido deflagrada em março do ano passado. O delator confirmou à Justiça do Paraná que operava para a Galvão Engenharia. 

Além de citar Legatti, Shinko confirmou à Justiça que pagou R$ 1 milhão “em espécie” e "em parcelas" para Renato Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras. Ele disse, ainda, que pagou outros R$ 4,4 milhões para Pedro Barusco, ex-gerente de Engenharia e braço direito de Duque. 

 

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