Justiça manda soltar empresário que picava provas
O juiz federal Sérgio Moro mandou soltar o empresário Ademir Auada, preso no dia 28 de janeiro na Operação Triplo X, desdobramento da Lava Jato que investiga esquema de offshores em paraísos fiscais e mira no tríplex 164-A, no Guarujá (SP); Auada caiu no grampo da Triplo X comentando com a filha Carolina que havia destruído tantas provas documentais que até quebrou a máquina picadora de papéis
Paraná 247 - O juiz federal Sérgio Moro mandou soltar o empresário Ademir Auada, preso no dia 28 de janeiro na Operação Triplo X, desdobramento da Lava Jato que investiga esquema de offshores em paraísos fiscais e a compra de apartamentos no Condomínio Solaris, no Guarujá (SP), construído pela OAS e que supostamente tinha o objetivo de lavar dinheiro do esquema de corrupção na Petrobras.
O juiz Sérgio Moro tomou a decisão porque a força-tarefa da Procuradoria da República não requereu prisão preventiva de Auada, preso em regime temporário.
Segundo o blog do Fausto Macedo, também foi ordenada a soltura da publicitária Nelci Warken, suposta laranja da empresa Mossack Fonseca na propriedade de um tríplex vizinho ao que seria de Lula no condomínio Solaris, na praia das Astúrias.
Auada caiu no grampo da Triplo X comentando com a filha Carolina que havia destruído tantas provas documentais que até quebrou a máquina picadora de papéis.