Lava Jato: CPI vai a Curitiba ouvir ex-deputados presos

Integrantes da CPI da Petrobras vão ouvir os ex-deputados André Vargas (PR), Luiz Argôlo (BA) e Pedro Corrêa (PE), presos em Curitiba acusados de envolvimento em irregularidades detectadas pela Operação Lava Jato; os nomes deles não estavam entre os presos que seriam ouvidos pela CPI na semana que vem, em Curitiba

Integrantes da CPI da Petrobras vão ouvir os ex-deputados André Vargas (PR), Luiz Argôlo (BA) e Pedro Corrêa (PE), presos em Curitiba acusados de envolvimento em irregularidades detectadas pela Operação Lava Jato; os nomes deles não estavam entre os presos que seriam ouvidos pela CPI na semana que vem, em Curitiba
Integrantes da CPI da Petrobras vão ouvir os ex-deputados André Vargas (PR), Luiz Argôlo (BA) e Pedro Corrêa (PE), presos em Curitiba acusados de envolvimento em irregularidades detectadas pela Operação Lava Jato; os nomes deles não estavam entre os presos que seriam ouvidos pela CPI na semana que vem, em Curitiba (Foto: Gisele Federicce)
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Agência Câmara - A CPI da Petrobras vai ouvir os ex-deputados André Vargas (PR), Luiz Argôlo (BA) e Pedro Corrêa (PE), presos em Curitiba (PR) acusados de envolvimento em irregularidades detectadas pela Operação Lava Jato. Os nomes deles não estavam entre os presos que seriam ouvidos pela CPI na semana que vem, em Curitiba.

Os três foram presos no dia 10 de abril, na 11ª fase da Lava Jato. Segundo a Polícia Federal, empresas de André Vargas e do irmão dele, Leon Vargas, eram subcontratadas para fornecimento de material publicitário para o Ministério da Saúde e para a Caixa Econômica Federal. Vargas teve o mandato cassado pela Câmara no ano passado.

Já Luiz Argôlo é apontado pela PF como "cliente dos serviços prestados por (Alberto) Youssef, por vezes repassando dinheiro de origem aparentemente ilícita, intermediando contatos em empresas, recebendo pagamentos, inclusive tendo suas atividades operacionais financiadas pelo doleiro".

Argôlo teve o pedido de cassação aprovado pelo Conselho de Ética da Câmara, mas a legislatura acabou antes que o processo fosse para o Plenário da Casa. Ele não foi reeleito.

Já Pedro Corrêa cumpria pena por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, em função do processo do mensalão, e teve o nome citado pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa como recebedor de propina no valor de R$ 5,3 milhões.

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