Massacre dos sem terra em Quedas do Iguaçu é denunciado à ONU

Encaminhado pela Terra de Direitos, o documento relata irregularidades na investigação dos acontecimentos ocorridos em Quedas do Iguaçu, a partir do dia 7 de abril, quando trabalhadores rurais sem-terra foram vítimas de uma emboscada promovida pela Polícia Militar do Paraná e seguranças particulares da empresa Araupel; na ocasião foram assassinados Vilmar Bordim (44) e Leonir Orback (25); outros sete trabalhadores ficaram gravemente feridos

Encaminhado pela Terra de Direitos, o documento relata irregularidades na investigação dos acontecimentos ocorridos em Quedas do Iguaçu, a partir do dia 7 de abril, quando trabalhadores rurais sem-terra foram vítimas de uma emboscada promovida pela Polícia Militar do Paraná e seguranças particulares da empresa Araupel; na ocasião foram assassinados Vilmar Bordim (44) e Leonir Orback (25); outros sete trabalhadores ficaram gravemente feridos
Encaminhado pela Terra de Direitos, o documento relata irregularidades na investigação dos acontecimentos ocorridos em Quedas do Iguaçu, a partir do dia 7 de abril, quando trabalhadores rurais sem-terra foram vítimas de uma emboscada promovida pela Polícia Militar do Paraná e seguranças particulares da empresa Araupel; na ocasião foram assassinados Vilmar Bordim (44) e Leonir Orback (25); outros sete trabalhadores ficaram gravemente feridos (Foto: Roberta Namour)

247 - Denúncias relacionadas ao massacre de trabalhadores rurais sem terra no Paraná foram enviadas à Organização das Nações Unidades (ONU), nesta quarta-feira (13).

Encaminhado pela Terra de Direitos, o documento relata irregularidades na investigação dos acontecimentos ocorridos em Quedas do Iguaçu, a partir do dia 7 de abril, quando trabalhadores rurais sem-terra foram vítimas de uma emboscada promovida pela Polícia Militar do Paraná e seguranças particulares da empresa Araupel. Na ocasião foram assassinados Vilmar Bordim (44) e Leonir Orback (25). Outros sete trabalhadores ficaram gravemente feridos.

A emboscada aconteceu quando 25 trabalhadores circulavam de caminhão, a cerca de 6 km de distância do acampamento Dom Tomás Balduíno – dentro do perímetro da área decretada pública pela justiça – quando foram surpreendidos pelos policias e seguranças entrincheirados.

Por quase duas horas a área foi isolada pela PM, impedindo o acesso de familiares, socorro aos feridos bem como acesso de qualquer pessoa que quisesse documentar a cena do crime. A sociedade civil e os movimentos sociais apontam que a polícia militar está agindo de forma a incriminar o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra. Após pedido da Terra de Direitos e de outras organizações, o Ministério da Justiça determinou abertura de Inquérito Policial pela Policia Federal.

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