Minissérie sobre incêndio na boate Kiss desperta comoção e revolta; TV 247 entrevistou sobrevivente

Estreia nesta quarta (25/1), na Netflix, Todo dia a mesma noite, sobre tragédia de Santa Maria, que completa 10 anos nesta sexta-feira (27)

www.brasil247.com - Cena da minissérie “Todo dia a mesma noite”
Cena da minissérie “Todo dia a mesma noite” (Foto: Guilherme Leporace/Netflix)


247 -  A minissérie “Todo dia a mesma noite” trata da vida cotidiana de muitos jovens: ir a uma balada na noite de um sábado. Seria uma ação corriqueira se eles não tivessem ido à boate Kiss, em Santa Maria (RS), onde aconteceu o incêndio que matou 242 pessoas, a maioria jovens, em 2013. 

“O livro da Dani é super forte. Mas para o audiovisual precisávamos de uma estrutura que ainda não sabíamos qual era”, conta o roteirista Gustavo Lipsztein em entrevista ao portal Metrópoles. “Quando vi a informação dos pais sendo processados, percebi que tínhamos ali uma história, uma luta por justiça — e que ainda não foi feita.”

Reportagem do portal G1 relembra que uma das etapas no processo da boate Kiss foi o julgamento dos quatro réus pela morte de 242 pessoas. Os acusados chegaram a ser condenados, mas o júri foi anulado pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça. 

"O que eu posso assegurar é que atuei com todo vigor e com toda energia justamente para que isso não ocorresse. Jamais me preocupei se o resultado final do júri aludiria à condenação ou à absolvição de um ou mais dos réus, uma vez que são quatro acusados. O meu objetivo era que houvesse uma resposta, era que houvesse uma resposta. E se as instâncias superiores do judiciário entenderem que nessa minha atuação houve alguma contribuição para que essa demora se intensificasse, eu realmente só tenho que pedir desculpas", disse em entrevista à RBS TV.

Reveja a entrevista que um sobrevivente da Boate Kiss concedeu à TV 247 na época do julgamento que ocorreu em dezembro de 2021. 


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