Moro: Corrupção se alastrou porque prisão não é regra

Ao deflagrar Operação Abismo, que pegou ex-tesoureiro do PT Paulo Ferreira, o juiz federal Sérgio Moro, da Operação Lava Jato, defendeu a necessidade da prisão preventiva como instrumento para coibir a corrupção; segundo ele, a falta de 'medidas mais sérias é causa provável' dos malfeitos em série; ' nada pior para a democracia do que um político desonesto'

Brasília- DF- Brasil- 07/04/2015- O juiz federal Sérgio Moro participa de apresentação de um conjunto de medidas contra a impunidade e pela efetividade da Justiça, na sede Associação dos Juízes Federais do Brasil (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Brasília- DF- Brasil- 07/04/2015- O juiz federal Sérgio Moro participa de apresentação de um conjunto de medidas contra a impunidade e pela efetividade da Justiça, na sede Associação dos Juízes Federais do Brasil (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil) (Foto: Roberta Namour)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

247 - No despacho em que autorizou a Operação Abismo, que pegou ex-tesoureiro do PT Paulo Ferreira, o juiz federal Sérgio Moro, da Operação Lava Jato, defendeu a necessidade da prisão preventiva como instrumento para coibir a corrupção.

Segundo ele, a falta de 'medidas mais sérias é causa provável' dos malfeitos em série. ' Nada pior para a democracia do que um político desonesto'.

“É possível, aliás, afirmar que uma das causas prováveis do agravamento e da proliferação de práticas corruptas entre nós tenha sido a falta de tomada, como regra geral, de medidas mais sérias para preveni-las, entre elas a prisão preventiva, quando presentes boas provas de autoria e materialidade de condutas criminais graves, para impedir reiteração criminosa”, alertou o juiz.

Participe da campanha de assinaturas solidárias do Brasil 247. Saiba mais.

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247