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Moro manda soltar ex-gerente da Petrobras Celso Araripe

Por "prudência", o juiz federal Sergio Moro, responsável pelas ações da Operação Lava Jato em primeira instância, determinou nesta sexta-feira, 11, a soltura do ex-gerente da Petrobras Celso Araripe, suspeito de receber propina de R$ 3 milhões para facilitar a aprovação de aditivos aos contratos da construção de um prédio da Petrobras em Vitória (ES); Araripe havia sido preso na 17ª fase da Lava Jato e havia sido delatado por dois executivos da empreiteira Camargo Corrêa: Dalton Avancini e Eduardo Leite; Araripe não poderá sair do país, nem falar com investigados da Lava Jato e terá que comparecer a todos os atos do processo

Por "prudência", o juiz federal Sergio Moro, responsável pelas ações da Operação Lava Jato em primeira instância, determinou nesta sexta-feira, 11, a soltura do ex-gerente da Petrobras Celso Araripe, suspeito de receber propina de R$ 3 milhões para facilitar a aprovação de aditivos aos contratos da construção de um prédio da Petrobras em Vitória (ES); Araripe havia sido preso na 17ª fase da Lava Jato e havia sido delatado por dois executivos da empreiteira Camargo Corrêa: Dalton Avancini e Eduardo Leite; Araripe não poderá sair do país, nem falar com investigados da Lava Jato e terá que comparecer a todos os atos do processo (Foto: Aquiles Lins)

Paraná 247 - O juiz federal Sergio Moro, responsável pelas ações da Operação Lava Jato em primeira instância, determinou nesta sexta-feira, a soltura do ex-gerente da Petrobras Celso Araripe, preso em agosto, durante a 17ª fase da Lava Jato, batizada de "Pixuleco", a mesma que também prendeu o ex-ministro José Dirceu.

Araripe é suspeito de receber propina de R$ 3 milhões para facilitar a aprovação de aditivos aos contratos da construção de um prédio da Petrobras em Vitória (ES) e havia sido delatado por dois executivos da empreiteira Camargo Corrêa: Dalton Avancini e Eduardo Leite.

Em despacho nesta sexta, Moro considerou que, apesar de "pontos obscuros" no caso, a "prudência" recomenda a substituição da prisão preventiva por medidas alternativas.

Em liberdade, ele precisará cumprir medidas impostas pela Justiça: não poderá sair do país, nem falar com investigados da Lava Jato e terá que comparecer a todos os atos do processo. Em depoimento à CPI da Petrobras, na semana passada, Araripe preferiu se manter em silêncio.