Moro pede ajuda internacional para ouvir testemunhas

O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato, pediu nesta terça (3) ajuda da Coreia do Sul, Holanda, Ilhas Cayman e do Japão para ouvir cinco testemunhas indicadas pela defesa de Fernando Soares, o Fernando Baiano; Moro quer que as autoridades promovam a audição e colheita de depoimento das testemunhas, de acordo com convenção contra a corrupção adotada pela ONU

O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato, pediu nesta terça (3) ajuda da Coreia do Sul, Holanda, Ilhas Cayman e do Japão para ouvir cinco testemunhas indicadas pela defesa de Fernando Soares, o Fernando Baiano; Moro quer que as autoridades promovam a audição e colheita de depoimento das testemunhas, de acordo com convenção contra a corrupção adotada pela ONU
O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato, pediu nesta terça (3) ajuda da Coreia do Sul, Holanda, Ilhas Cayman e do Japão para ouvir cinco testemunhas indicadas pela defesa de Fernando Soares, o Fernando Baiano; Moro quer que as autoridades promovam a audição e colheita de depoimento das testemunhas, de acordo com convenção contra a corrupção adotada pela ONU (Foto: Valter Lima)

Agência Brasil - O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato, pediu hoje (3) ajuda da Coreia do Sul, Holanda, Ilhas Cayman e do Japão para ouvir cinco testemunhas indicadas pela defesa de Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano.

Moro quer que as autoridades promovam a audição e colheita de depoimento das testemunhas, de acordo com convenção contra a corrupção adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU). Tanto o juiz quanto a defesa de Baiano querem ouvir as testemunhas.

Preso nas investigações da Operação Lava Jato, Baiano é acusado de cobrar propina para intermediar a compra de equipamentos para a Petrobras. Seus advogados negam as acusações de negócios ilícitos com a estatal.

Soares também nega ter relações com o PMDB. Em depoimento de delação premiada, o doleiro Alberto Youssef disse que o investigado arrecadava propina para o PMDB, por meio de contratos com a Petrobras.

Na Coreia do Sul, foram relacionados Harris Lee e J. W. Kin, respectivamente vice-presidente e presidente da Samsung Heavy Industries Co Ltd. Na Holanda, Claudio Castejon, diretor da Petrobras International Braspetro BV. As Ilhas Cayman incluíram Yasuyuki Fujitani, diretor da Japan Drilling Investment, enquanto o Japão quer ouvir Ishiro Inagaki, cuja empresa não foi informada.

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