MPF pede condenação da cúpula da Galvão e Engevix

Nas alegações finais à Justiça, o Ministério Público Federal pediu a condenação de três executivos da construtora Queiroz Galvão e três da cúpula Engevix por participação no desvio de dinheiro público denunciado pela operação Lava Jato; procuradores pedem que os réus das duas empresas devolvam uma soma de R$ 339 milhões à Petrobras e que alguns de seus executivos sejam condenados a mais de 30 anos de prisão; também são indiciados o doleiro Alberto Yousseff e o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa; MPF também já concluiu também as alegações finais de outras três construtoras: Camargo Corrêa, OAS e Mendes Júnior

Nas alegações finais à Justiça, o Ministério Público Federal pediu a condenação de três executivos da construtora Queiroz Galvão e três da cúpula Engevix por participação no desvio de dinheiro público denunciado pela operação Lava Jato; procuradores pedem que os réus das duas empresas devolvam uma soma de R$ 339 milhões à Petrobras e que alguns de seus executivos sejam condenados a mais de 30 anos de prisão; também são indiciados o doleiro Alberto Yousseff e o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa; MPF também já concluiu também as alegações finais de outras três construtoras: Camargo Corrêa, OAS e Mendes Júnior
Nas alegações finais à Justiça, o Ministério Público Federal pediu a condenação de três executivos da construtora Queiroz Galvão e três da cúpula Engevix por participação no desvio de dinheiro público denunciado pela operação Lava Jato; procuradores pedem que os réus das duas empresas devolvam uma soma de R$ 339 milhões à Petrobras e que alguns de seus executivos sejam condenados a mais de 30 anos de prisão; também são indiciados o doleiro Alberto Yousseff e o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa; MPF também já concluiu também as alegações finais de outras três construtoras: Camargo Corrêa, OAS e Mendes Júnior (Foto: Aquiles Lins)

Paraná 247 - O Ministério Público Federal (MPF) pediu na noite desta quinta-feira, 25, à Justiça Federal do Paraná a condenação de executivos das construtoras Queiroz Galvão e Engevix por participação no desvio de dinheiro público denunciado pela operação Lava Jato. 

Procuradores da força-tarefa do MPF pedem que os réus das duas empresas devolvam uma soma de R$ 339 milhões à Petrobras e que alguns de seus executivos sejam condenados a mais de 30 anos de prisão.

Da Galvão, o MPF pediu a condenação de Erton Medeiros Fonseca, Dario de Queiroz Galvão e Jean Alberto Luscher Castro, por organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção passiva. O Ministério Público quer que sejam devolvidos aos cofres da Petrobras R$ 225 milhões, o correspondente a 3% dos valores de todos os contratos da Petrobras com a Galvão em que o MP sustenta que houve corrupção. Eles estabelecem ainda o perdimento dos bens e valores bloqueados em contas e investimentos bancários, além do montante apreendido em espécie dos réus, num total de R$ 42,1 milhões.

Os procuradores pedem, ainda, a condenação do ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, e do doleiro Alberto Youssef, delatores da Lava Jato – a eles é atribuída corrupção passiva em 31 operações pelo suposto recebimento de propinas de 1% sobre o valor de contratos da estatal petrolífera.

Engevix

O MPF pediu também a condenação do ex-vice-presidente da Engevix, Gerson de Mello Almada, e os diretores técnicos Eduardo Strauch Albero e Newton Prado Junior, por crimes cometidos contra a Lei 12.850, que versa sobre organização criminosa, e 9.613, que estabelece os crimes de lavagem de dinheiro. Além disso, e empresa deve ser condenada ao pagamento à Petrobras, a título de dano mínimo, de R$ 113,9 milhões, além do perdimento de R$ 37,9 milhões em ganhos obtidos pela empresa.

Os procuradores pedem a condenação de Paulo Roberto Costa e de Youssef pelos mesmos crimes, mas, assim como no caso da Galvão Engenharia, suas penas podem ser mais bandas devido ao acordo delação premiada.

O Ministério Público Federal já concluiu também as alegações finais de outras três construtoras: Camargo Corrêa, OAS e Mendes Júnior. O juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal, que julga as ações da Operação Lava-Jato, aguarda as alegações finais dos advogados das empresas para emitir sua sentença.

 

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