“O Brasil ruma para o plebiscito”, diz Requião

Após reunião com a presidente eleita Dilma Rousseff, líderes de partidos e de movimentos sociais, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) disse que o Brasil dá passos largos rumo ao plebiscito; de acordo com o parlamentar, a CUT, o MST e o MTST pediram três dias para afinar o discurso com suas respectivas bases, sob o mote de derrubar o governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB); mais cedo, pelo Twitter, Requião bateu duro no presidente interino: "novo governo ferra o povo"; também participaram da reunião os presidentes do PCdoB, Renato Rabelo; do PDT, Carlos Lupi; e do PT, Rui Falcão

Após reunião com a presidente eleita Dilma Rousseff, líderes de partidos e de movimentos sociais, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) disse que o Brasil dá passos largos rumo ao plebiscito; de acordo com o parlamentar, a CUT, o MST e o MTST pediram três dias para afinar o discurso com suas respectivas bases, sob o mote de derrubar o governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB); mais cedo, pelo Twitter, Requião bateu duro no presidente interino: "novo governo ferra o povo"; também participaram da reunião os presidentes do PCdoB, Renato Rabelo; do PDT, Carlos Lupi; e do PT, Rui Falcão
Após reunião com a presidente eleita Dilma Rousseff, líderes de partidos e de movimentos sociais, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) disse que o Brasil dá passos largos rumo ao plebiscito; de acordo com o parlamentar, a CUT, o MST e o MTST pediram três dias para afinar o discurso com suas respectivas bases, sob o mote de derrubar o governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB); mais cedo, pelo Twitter, Requião bateu duro no presidente interino: "novo governo ferra o povo"; também participaram da reunião os presidentes do PCdoB, Renato Rabelo; do PDT, Carlos Lupi; e do PT, Rui Falcão (Foto: Leonardo Lucena)

247, com Blog do Esmael - O senador Roberto Requião (PMDB-PR) disse na tarde desta terça-feira (14), após reunião com a presidente eleita Dilma Rousseff, líderes de partidos e de movimentos sociais, que o Brasil ruma a passos largos rumo ao plebiscito.

De acordo com Requião, a Central Única dos Trabalhadores (CUT), o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e o Movimentos dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) pediram três dias para afinar o discurso com suas respectivas bases. O que os une é a luta para derrubar o governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB).

Mais cedo, o parlamentar disse no Twitter que o "impeachment é ilegal e novo governo ferra o povo", e voltou a defender novas eleições.

Esses movimentos sociais que protagonizam o Fora Temer em todo país queriam embutir no plebiscito a reforma política, no entanto, prevaleceu o entendimento da consulta popular exclusiva sobre a antecipação da eleição presidencial.

Na terça que vem, dia 21 de junho, uma nova assembleia unificará todas as posições pela solução apresentada por Requião e Dilma.

A presidente Dilma também já tem o esboço de uma “Carta ao Senado” na qual assume uma série de compromissos, caso retorne ao cargo com a suspensão do impeachment.

Também participaram da reunião os presidentes do PCdoB, Renato Rabelo; do PDT, Carlos Lupi; e do PT, Rui Falcão.

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