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Pessuti pode ser primeiro suplente de Álvaro Dias

A adesão do ex-governador Orlando Pessuti (PMDB) ao ninho tucano poderá ter efeitos colaterais na política do Paraná; o primeiro deles tem a ver com a composição da chapa majoritária; embora o peemedebista tenha anunciado sua vontade de disputar "avulso" o Senado na chapa de reeleição do governador Beto Richa (PSDB), ele deverá se contentar com a primeira suplência do senador Álvaro Dias (PSDB), que rejeita coligação com o PMDB caso tenha candidato ao Senado

(Foto: Leonardo Lucena)

Blog do Esmael - A adesão do ex-governador Orlando Pessuti (PMDB) ao ninho tucano poderá ter efeitos colaterais na política do Paraná. O primeiro deles tem a ver com a composição da chapa majoritária. Embora o peemedebista tenha anunciado sua vontade de disputar "avulso" o Senado na chapa de reeleição do governador Beto Richa (PSDB), ele deverá se contentar com a primeira suplência do senador Álvaro Dias (PSDB), que rejeita coligação com o PMDB caso tenha candidato ao Senado.

Pessuti e Álvaro articulam esse pacote já de olho em 2018, pois o senador deixaria o cargo para o peemedebista usufruir mais 4 anos de mandato e concorreria ao Palácio Iguaçu com apoio de Richa, que embarcaria para o Senado. Para passar o "inverno" entre 2015 e 2018, o ex-governador adesista teria a Sanepar de "porteira fechada".

O segundo efeito diz respeito ao empresário bilionário Joel Malucelli (PSD), que sonhava com a mesma primeira suplência do mesmo Álvaro. Teve que ceder o devaneio ao desejo de reeleição de Richa, que preside as movimentações no PSDB.

A terceira consequência da adesão de Pessuti pôde ser sentida ontem à noite, em Curitiba, durante reunião da executiva estadual do PMDB. O deputado federal Osmar Serraglio, presidente da legenda no estado, desistiu da reeleição à Câmara para buscar a vice na chapa do governador, se a convenção aprovar a coligação (clique aqui).