PF ouve policiais que participaram do confronto com o MST

O delegado federal Emerson Rodrigues ouviu ouviu em Cascavel, Oeste do Paraná, dois agentes da Polícia Ambiental que participaram do confronto com integrantes do Movimento Rural de Trabalhadores Sem Terra (MST) em Quedas do Iguaçu, no sudoeste do Paraná, no dia 7 de abril; dois trabalhadores sem-terra foram mortos e ao menos seis ficaram feridos

O delegado federal Emerson Rodrigues ouviu ouviu em Cascavel, Oeste do Paraná, dois agentes da Polícia Ambiental que participaram do confronto com integrantes do Movimento Rural de Trabalhadores Sem Terra (MST) em Quedas do Iguaçu, no sudoeste do Paraná, no dia 7 de abril; dois trabalhadores sem-terra foram mortos e ao menos seis ficaram feridos
O delegado federal Emerson Rodrigues ouviu ouviu em Cascavel, Oeste do Paraná, dois agentes da Polícia Ambiental que participaram do confronto com integrantes do Movimento Rural de Trabalhadores Sem Terra (MST) em Quedas do Iguaçu, no sudoeste do Paraná, no dia 7 de abril; dois trabalhadores sem-terra foram mortos e ao menos seis ficaram feridos (Foto: Leonardo Lucena)
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Paraná 247 - O delegado federal Emerson Rodrigues ouviu ouviu, nesta quarta-feira (4), em Cascavel, Oeste do Paraná, dois agentes da Polícia Ambiental que participaram do confronto com integrantes do Movimento Rural de Trabalhadores Sem Terra (MST) em Quedas do Iguaçu, no sudoeste do Paraná, no dia 7 de abril. Dois trabalhadores sem-terra foram mortos e ao menos seis ficaram feridos.

As versões apresentadas até agora são bastante divergentes. Enquanto um dos sem-terra feridos e detidos no mesmo dia do confronto afirmou que a polícia foi a primeira a atirar, outro disse ter partido dos próprios sem-terra o primeiro disparo. O confronto aconteceu na Linha Fazendinha, perto do acampamento Dom Tomás Balduíno, quando policiais ambientais foram acionados para atender um suposto princípio de incêndio na área.

No dia 26 de abril, o delegado da Polícia Civil, Adriano Chohfi, afirmou que pediu à Justiça a exumação dos corpos das vítimas. O pedido já foi deferido, mas a data ainda não foi marcada. No dia 11 deverá ser realizada a reconstituição do episódio que no sábado (7) completa um mês.

O prazo para a conclusão do inquérito termina na próxima semana. O delegado antecipou que deve pedir prorrogação por mais 30 dias.

 

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