Procurador: 'Lava Jato atingiu sua maturidade'

Um dos principais integrantes da força-tarefa da Lava Jato, o procurador Carlos Fernando Lima avalia que, com quase dois anos de vida, a operação atingiu sua maturidade; no entanto, ele antecipa que novas fases virão pela frente; "Há muito que fazer ainda na área investigativa. Novas estatais virão. Novos bancos virão. Fundos de pensão virão", afirma; Lima também desconsiderou as críticas de advogados, que apontam supressão de direitos na Lava Jato; "Quantos às críticas, penso que ataques genéricos, sem a coragem de nominar pessoas ou apontar fatos concretos, somente desqualifica o manifesto. Mas, é claro, o choro é livre em nosso país"

Um dos principais integrantes da força-tarefa da Lava Jato, o procurador Carlos Fernando Lima avalia que, com quase dois anos de vida, a operação atingiu sua maturidade; no entanto, ele antecipa que novas fases virão pela frente; "Há muito que fazer ainda na área investigativa. Novas estatais virão. Novos bancos virão. Fundos de pensão virão", afirma; Lima também desconsiderou as críticas de advogados, que apontam supressão de direitos na Lava Jato; "Quantos às críticas, penso que ataques genéricos, sem a coragem de nominar pessoas ou apontar fatos concretos, somente desqualifica o manifesto. Mas, é claro, o choro é livre em nosso país"
Um dos principais integrantes da força-tarefa da Lava Jato, o procurador Carlos Fernando Lima avalia que, com quase dois anos de vida, a operação atingiu sua maturidade; no entanto, ele antecipa que novas fases virão pela frente; "Há muito que fazer ainda na área investigativa. Novas estatais virão. Novos bancos virão. Fundos de pensão virão", afirma; Lima também desconsiderou as críticas de advogados, que apontam supressão de direitos na Lava Jato; "Quantos às críticas, penso que ataques genéricos, sem a coragem de nominar pessoas ou apontar fatos concretos, somente desqualifica o manifesto. Mas, é claro, o choro é livre em nosso país" (Foto: Leonardo Attuch)


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Paraná 247 – Em entrevista aos jornalistas Ricardo Brandt e Fausto Macedo, o procurador Carlos Fernando Lima avalia que a Lava Jato atingiu seu ponto de maturidade, mas também antecipa futuras fases da operação.

"Vamos dizer que a Lava Jato alcançou sua maturidade. Significa que há muito a se fazer. Creio que hoje ninguém mais põe em questionamento a existência de um grande esquema de compra de apoio político partidário através do loteamento de cargos públicos importantes para que os partidos da base pudessem 'fazer' dinheiro para suas campanhas", diz ele.

Sobre o futuro, ele aponta como focos estatais, bancos e fundos de pensão. "Há muito que fazer ainda na área investigativa. Novas estatais virão. Novos bancos virão. Fundos de pensão virão. É claro que enfrentaremos dificuldades, especialmente aquelas criadas pelo próprio Governo, como no caso da lei de repatriamento e na MP 703, que alterou a Lei Anticorrupção, tornando-a uma lei criminogena, uma lei que incentiva a prática corrupta, pois permite que aqueles que sejam pegos possam escapar pelo simples pagamento de multas."

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Lima também respondeu a um manifesto de advogados, que apontou abusos e supressão de direitos na condução da operação. "Vivemos num país de excesso de recursos, infindáveis habeas corpus, embargos de embargos de embargos, etc… Nosso país tem a fama da impunidade, e é ela merecida. Mesmo assim, ainda há possibilidade de se fazer um bom trabalho. As críticas soam familiares, pois são repetições do que aconteceu durante o mensalão. Os números absolutos de habeas corpus e recursos na Lava Jato mostram que há, em verdade, um abuso do uso desses recursos em nosso país, e o Ministério Público tem proposto, dentre outras medidas contra a corrupção, uma racionalização desse sistema", afirma. "Quantos às críticas, penso que ataques genéricos, sem a coragem de nominar pessoas ou apontar fatos concretos, somente desqualifica o manifesto. Mas, é claro, o choro é livre em nosso país."

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