Professores do Paraná suspendem paralisação

Os professores da rede pública de ensino do Paraná decidiram suspender a greve que já durava quase um mês; mas, durante assembleia em um estádio de Curitiba, a categoria deixou claro que permanece em estado de greve; a retomada das atividades ocorre após o governo de Beto Richa (PSDB) ter obtido uma liminar no Tribunal de Justiça (TJ-PR) determinando a volta ao trabalho, sob pena de multa diária de R$ 20 mil em caso de descumprimento; a greve afetou quase 1 milhão de alunos

Os professores da rede pública de ensino do Paraná decidiram suspender a greve que já durava quase um mês; mas, durante assembleia em um estádio de Curitiba, a categoria deixou claro que permanece em estado de greve; a retomada das atividades ocorre após o governo de Beto Richa (PSDB) ter obtido uma liminar no Tribunal de Justiça (TJ-PR) determinando a volta ao trabalho, sob pena de multa diária de R$ 20 mil em caso de descumprimento; a greve afetou quase 1 milhão de alunos
Os professores da rede pública de ensino do Paraná decidiram suspender a greve que já durava quase um mês; mas, durante assembleia em um estádio de Curitiba, a categoria deixou claro que permanece em estado de greve; a retomada das atividades ocorre após o governo de Beto Richa (PSDB) ter obtido uma liminar no Tribunal de Justiça (TJ-PR) determinando a volta ao trabalho, sob pena de multa diária de R$ 20 mil em caso de descumprimento; a greve afetou quase 1 milhão de alunos (Foto: Leonardo Lucena)

Paraná 247 - Os professores da rede pública de ensino do Paraná decidiram na manhã desta segunda-feira (9) suspender a greve que já durava 29 dias. A decisão ocorre após o governo de Beto Richa (PSDB) ter obtido uma liminar no Tribunal de Justiça (TJ-PR) determinando a volta ao trabalho, sob pena de multa diária de R$ 20 mil em caso de descumprimento. A greve afetou quase 1 milhão de alunos.

Em assembleia realizada em um estádio de Curitiba, a categoria votou a favor da retomada das atividades, mas continua em "estado de greve". Os próximos dias serão destinados à reorganização das escolas e planejamento do ano letivo.

De acordo com o sindicato da categoria, a paralisação pode ser retomada a qualquer momento se o Executivo descumprir promessas, como o pagamento de benefícios atrasados e a redistribuição de professores na rede de ensino.

Um dos principais pontos de divergência entre governo e professores é a retirada de R$ 8 bilhões do Fundo Previdenciário para cobrir a folha de pagamento do funcionalismo público.

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