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Proposta de Richa achata carreira no magistério

A mensagem de reajuste do funcionalismo estadual enviada pelo governador Beto Richa (PSDB) à Assembleia Legislativa já foi rejeitada pelos professores e servidores, pois, segundo eles, que entram hoje no 35º dia de greve, não cumpre a lei da data-base e tenta enganar a todos jogando a reposição da inflação para o segundo semestre e o início do ano que vem; um dos pontos que está chamando a atenção, é a "extinção" do piso nacional dos professores, que passa a ser aplicado somente no início da tabela, não estendendo-se aos demais níveis da carreira

A mensagem de reajuste do funcionalismo estadual enviada pelo governador Beto Richa (PSDB) à Assembleia Legislativa já foi rejeitada pelos professores e servidores, pois, segundo eles, que entram hoje no 35º dia de greve, não cumpre a lei da data-base e tenta enganar a todos jogando a reposição da inflação para o segundo semestre e o início do ano que vem; um dos pontos que está chamando a atenção, é a "extinção" do piso nacional dos professores, que passa a ser aplicado somente no início da tabela, não estendendo-se aos demais níveis da carreira (Foto: Leonardo Lucena)

Blog do Esmael - A mensagem de reajuste do funcionalismo estadual enviada na semana passada pelo governador Beto Richa (PSDB) à Assembleia Legislativa já foi rejeitada pelos professores e servidores, pois, segundo eles, que entram hoje no 35º dia de greve, não cumpre a lei da data-base e tenta enganar a todos jogando a reposição da inflação para o segundo semestre e o início do ano que vem.

Um dos pontos que está chamando a atenção, é a "extinção" do piso nacional dos professores, que passa a ser aplicado somente no início da tabela, não estendendo-se aos demais níveis da carreira (abaixo, leia a íntegra do projeto tucano). Essa manobra causará novamente um achatamento nos vencimentos dos professores.

O debate e o impasse voltam nesta segunda-feira (1º) ao plenário da Assembleia Legislativa com transmissão ao vivo pelo Blog Esmael, a partir das 14h30, em parceria com a TV 15.

Na medida em que o piso acompanhar a inflação e os demais níveis não, como é o caso da mensagem enviada pelo governo para a Assembleia, a carreira deixa de fazer sentido, pois todos os níveis acima do piso vão perdendo poder aquisitivo, sendo achatados.

Além disso, a transferência da data-base para janeiro tem motivação estratégica. Como é período de férias dos professores e de grande parte do funcionalismo não há como promover mobilizações ou greves. O governador estará “livre” para fazer o que quiser.

Essa armadilha teria sido inserida na mensagem pelo secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, interventor nacional do PSDB nas finanças do Paraná.

O líder do governo na Assembleia, deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), jura que essas cascas de bananas serão removidas do texto governamental.

Ouça a opinião de Marlei Fernandes, da APP-Sindicato neste link:

Leia a íntegra do projeto do governador Beto Richa:

Link alternativo para o arquivo clique aqui.