Requião: “não somos uma república bananeira”

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) usou o Twitter para se posicionar a favor da manutenção da presidente Dilma no Palácio do Planalto; "Não se trata de impeachment, mas de precarização do Brasil, primarização da economia, privatização da saúde e educação, fim da Nação", disse o paramentar; "Desabafo: Porra! Não somos uma república bananeira! Não envergonhem nosso país e nossa história com este impeachment!"

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) usou o Twitter para se posicionar a favor da manutenção da presidente Dilma no Palácio do Planalto; "Não se trata de impeachment, mas de precarização do Brasil, primarização da economia, privatização da saúde e educação, fim da Nação", disse o paramentar; "Desabafo: Porra! Não somos uma república bananeira! Não envergonhem nosso país e nossa história com este impeachment!"
O senador Roberto Requião (PMDB-PR) usou o Twitter para se posicionar a favor da manutenção da presidente Dilma no Palácio do Planalto; "Não se trata de impeachment, mas de precarização do Brasil, primarização da economia, privatização da saúde e educação, fim da Nação", disse o paramentar; "Desabafo: Porra! Não somos uma república bananeira! Não envergonhem nosso país e nossa história com este impeachment!" (Foto: Leonardo Lucena)
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Paraná 247 - O senador Roberto Requião (PMDB-PR) voltou a usar o Twitter para se posicionar a favor da manutenção da presidente Dilma Rousseff (PT) no Palácio do Planalto.

"Não se trata de impeachment, mas de precarização do Brasil, primarização da economia, privatização da saúde e educação, fim da Nação", disse o paramentar. "Desabafo: Porra! Não somos uma república bananeira! Não envergonhem nosso país e nossa história com este impeachment!"

O congressista também fez referência ao presidente da Câmara Federal, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), responsável pela condução do processo do impeachment da Câmara Federal.

"Que me perdoem os ministros do Supremo Tribunal Federal mas o que me espanta é o aspecto do Hitler estar dirigindo o Tribunal de Nuremberg".

 

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