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      Requião pede adesão à greve geral: ‘para com força, Brasil’

      Depois de criticar a política econômica do governo Temer, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) chamou os trabalhadores brasileiros para que participem da greve geral; em discurso no Plenário, o parlamentar disse que é hora de o povo mostrar sua insatisfação a "esse absurdo que só serve ao mercado financeiro e à concentração de renda"; "Para Brasil! Para com força e de verdade a fim de dizer 'não' a essa política estúpida e irracional comandada pelos interesses do capital financeiro e não do povo brasileiro"  

      Senador Roberto Requião (PMDB-PR) pede à Câmara dos Deputados que coloque logo em votação seu projeto de lei com novas regras para o direito de resposta a quem se sentir ofendido ou caluniado por informações divulgados pelos veículos de comunicação (Foto: Leonardo Lucena)
      Leonardo Lucena avatar
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      Agência Senado - Depois de criticar a política econômica do governo Temer, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) chamou os trabalhadores brasileiros para que participem da greve geral marcada para sexta-feira (28). Em discurso no Plenário, o parlamentar disse que é hora de o povo mostrar sua insatisfação a "esse absurdo que só serve ao mercado financeiro e à concentração de renda".

      - Para Brasil! Para com força e de verdade a fim de dizer 'não' a essa política estúpida e irracional comandada pelos interesses do capital financeiro e não do povo brasileiro - disse nesta quinta-feira (27) em discurso no Plenário.

      Para Requião, a prevalência do neoliberalismo tem trazido consequências dramáticas ao país, como a estagnação econômica e o desemprego. Ele criticou o elevado gasto para o pagamento dos juros da dívida pública, que deve chegar a R$ 550 bilhões neste ano.

      - A alternativa está aí. Sem necessidade de impor maiores sacrifícios ao povo e desestruturar as políticas sociais. Basta seguir o caminho do New Deal, que reverteu a depressão dos anos 30 nos Estados Unidos. Melhores salários, mais gastos em infraestrutura, investimentos, mesmo que provisoriamente deficitários. O resto é o fracasso de sempre, menos para o sistema financeiro, é claro - afirmou.

      O senador também criticou a reforma da Previdência e lembrou que o índice de aprovação de Michel Temer nas últimas pesquisas é de somente 4%.

      - É de se perguntar, diante de tanta rejeição, por que o governo Temer confronta a totalidade da opinião pública brasileira ao insistir em uma reforma da Previdência absolutamente impopular, sem qualquer evidência e eficácia financeira para socorrer os combalidos cofres públicos? - indagou.

      A resposta, segundo ele é óbvia: a reforma previdenciária pretende simplesmente abrir espaço para a previdência privada, com a degradação e o esfacelamento do sistema.

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