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Requião pede retomada do "Caso Banestado"

O senador Roberto Requião (PMDB), reforçou que o "caso Banestado" foi investigado pela "Operação Macuco", da PF e MPF, que apurou o desvio de R$ 124 bilhões de dólares ao exterior, entre os anos de 1996 e 2002, através do então Banco Estadual do Paraná; "Esta quantia jamais apurada em qualquer outro escândalo nacional envolvia como beneficiários finais nomes coincidentes com os integrantes da alta cúpula do empresariado e da política nacional, em especial nomes ligados ao PSDB, entre outros", disse; “É o escândalo-mãe de todas as vergonhas e mal-feitos recentes”

O senador Roberto Requião (PMDB), reforçou que o "caso Banestado" foi investigado pela "Operação Macuco", da PF e MPF, que apurou o desvio de R$ 124 bilhões de dólares ao exterior, entre os anos de 1996 e 2002, através do então Banco Estadual do Paraná; "Esta quantia jamais apurada em qualquer outro escândalo nacional envolvia como beneficiários finais nomes coincidentes com os integrantes da alta cúpula do empresariado e da política nacional, em especial nomes ligados ao PSDB, entre outros", disse; “É o escândalo-mãe de todas as vergonhas e mal-feitos recentes” (Foto: Leonardo Lucena)

247, com Blog do Esmael - O senador Roberto Requião (PMDB), em discurso no Senado nesta quarta-feira (30), relembrou chamado "Caso Banestado", tido como o maior escândalo de corrupção da história do Brasil. O parlamentar reforçou que o caso foi investigado pela "Operação Macuco", da Polícia Federal e Ministério Público Federal, que apurou o desvio de R$ 124 bilhões de dólares ao exterior, entre os anos de 1996 e 2002, através do então Banco Estadual do Paraná.

"Esta quantia jamais apurada em qualquer outro escândalo nacional envolvia como beneficiários finais nomes coincidentes com os integrantes da alta cúpula do empresariado e da política nacional, em especial nomes ligados ao PSDB, entre outros", disse. “É o escândalo-mãe de todas as vergonhas e mal-feitos recentes no Brasil”, afirmou o peemedebista.

De acordo com o parlamentar, a investigação conduzida pelo delegado José Castilho Netto e pelo procurador Celso Três, foi o ponto de partida para desvendar os métodos e os caminhos da corrupção no País. No entanto, denunciou Requião, a operação foi abafada e desmontada, sem a punição dos responsáveis pelos desvios.

"Se o inquérito presidido pelo delegado Castilho e acompanhado de perto pelo procurador Celso Três tivesse se completado com o rastreamento do dinheiro no exterior (e não apenas nacional), não teríamos os escândalos que se sucedem ininterruptamente na última década", acrescentou.

Confira o discurso: