“Retrocesso”, diz Requião sobre voto distrital misto

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) criticou a aprovação do voto distrital misto pela Casa. "Senado aprova voto distrital misto,que transforma deputados estaduais e federais em corretores de pequenos favores, despolitizados, analfabetos políticos. A politica macro fica por conta do capital e dos bancos. Não mais politicas de educação, saúde e tributarias. Retrocesso!", disse o parlamentar no Twitter.

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) criticou a aprovação do voto distrital misto pela Casa. "Senado aprova voto distrital misto,que transforma deputados estaduais e federais em corretores de pequenos favores, despolitizados, analfabetos políticos. A politica macro fica por conta do capital e dos bancos. Não mais politicas de educação, saúde e tributarias. Retrocesso!", disse o parlamentar no Twitter.
O senador Roberto Requião (PMDB-PR) criticou a aprovação do voto distrital misto pela Casa. "Senado aprova voto distrital misto,que transforma deputados estaduais e federais em corretores de pequenos favores, despolitizados, analfabetos políticos. A politica macro fica por conta do capital e dos bancos. Não mais politicas de educação, saúde e tributarias. Retrocesso!", disse o parlamentar no Twitter. (Foto: Leonardo Lucena)
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Paraná 247 - O senador Roberto Requião (PMDB-PR) criticou a aprovação do voto distrital misto pela Casa. "Senado aprova voto distrital misto,que transforma deputados estaduais e federais em corretores de pequenos favores, despolitizados, analfabetos políticos. A politica macro fica por conta do capital e dos bancos. Não mais politicas de educação ,saúde e tributarias. Retrocesso!", disse o parlamentar no Twitter.

O voto distrital misto tem dois sistemas: o majoritário – atualmente válido nas eleições para presidente, governador, senador e prefeito, que valeria para as escolhas nos distritos – e o proporcional, que privilegia os partidos como acontece hoje nas eleições para deputados e vereadores.

No sistema majoritário, são eleitos os que recebe, mais votos dentre todos os candidatos, e, no proporcional, são eleitos os mais votados dentro de cada partido ou coligação, de acordo com o número de vagas a que cada partido ou coligação tem direito.

Segundo a proposta, estados e municípios serão divididas pela Justiça Eleitoral em distritos. O número de distritos será equivalente à metade das cadeiras disponíveis para cada função. Cada partido poderá registrar uma candidatura por distrito.

Pelo projeto, o eleitor deverá votar em um postulante de seu distrito e em uma lista ordenada de um partido. Os votos partidários determinam a distribuição das cadeiras pelo sistema proporcional.

Será eleito o candidato mais votado em cada distrito, e as outras vagas serão preenchidas pelos candidatos de acordo com as listas ordenadas pelos partidos.

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