Secretária diz que dava metade do salário a Corrêa

Ex-secretária particular da liderança do PP na Câmara, Vera Lúcia Leite Souza Shiba afirmou à Justiça Federal que depositava metade do seu salário, 'entre R$ 7 mil e R$ 8 mil' por mês, para o então deputado pernambucano Pedro Corrêa, entre 2006 e 2010, quando ele foi o líder do partido na Casa; "Quando entrei (na Câmara) em 2006, cargo em comissão, o deputado Pedro Corrêa fez um acordo comigo. Ele me propôs esse acordo, eu dava metade (do holerite) para ele. Essa metade era depositada para o Ivan Vernon", afirmou; homem de confiança Corrêa, Vernon também está preso em Curitiba, por envolvimento na operação Lava Jato

Ex-secretária particular da liderança do PP na Câmara, Vera Lúcia Leite Souza Shiba afirmou à Justiça Federal que depositava metade do seu salário, 'entre R$ 7 mil e R$ 8 mil' por mês, para o então deputado pernambucano Pedro Corrêa, entre 2006 e 2010, quando ele foi o líder do partido na Casa; "Quando entrei (na Câmara) em 2006, cargo em comissão, o deputado Pedro Corrêa fez um acordo comigo. Ele me propôs esse acordo, eu dava metade (do holerite) para ele. Essa metade era depositada para o Ivan Vernon", afirmou; homem de confiança Corrêa, Vernon também está preso em Curitiba, por envolvimento na operação Lava Jato
Ex-secretária particular da liderança do PP na Câmara, Vera Lúcia Leite Souza Shiba afirmou à Justiça Federal que depositava metade do seu salário, 'entre R$ 7 mil e R$ 8 mil' por mês, para o então deputado pernambucano Pedro Corrêa, entre 2006 e 2010, quando ele foi o líder do partido na Casa; "Quando entrei (na Câmara) em 2006, cargo em comissão, o deputado Pedro Corrêa fez um acordo comigo. Ele me propôs esse acordo, eu dava metade (do holerite) para ele. Essa metade era depositada para o Ivan Vernon", afirmou; homem de confiança Corrêa, Vernon também está preso em Curitiba, por envolvimento na operação Lava Jato (Foto: Aquiles Lins)

Pernambuco 247 - A ex-secretária particular da liderança do PP na Câmara Vera Lúcia Leite Souza Shiba afirmou à Justiça Federal que depositava metade do seu salário para o então deputado pernambucano Pedro Corrêa, entre 2006 e 2010 – quando ele foi o líder do partido na Casa.

Pedro Corrêa foi condenado na Ação Penal 470, o chamado "mensalão" e foi preso novamente durante as investigações da Operação Lava Jato. "Quando entrei (na Câmara) em 2006, cargo em comissão, o deputado Pedro Corrêa fez um acordo comigo. Ele me propôs esse acordo, eu dava metade (do holerite) para ele. Essa metade era depositada para o Ivan Vernon." Vera Lúcia ganhava 'entre R$ 7 mil e R$ 8 mil' mensais. 

Vernon trabalhou no gabinete de Corrêa. Era homem de confiança do parlamentar. Ele também é alvo da Lava Jato. Vera Lúcia depôs na semana passada como testemunha na ação penal em que Corrêa é acusado de corrupção passiva e propinas no esquema Lava Jato. Ele está preso em Curitiba (PR), base da Lava Jato.

Ela explicou qual era sua função. "Eu pagava as contas dela [Aline Corrêa, filha do deputado], tinha procuração, ia no banco. Passei a ser uma secretária dela, eu tinha acesso às duas contas dela no Banco do Brasil. Eu pagava as contas. Eu ficava no gabinete, atendia telefone, cuidava da agenda dela, cuidada da mala direta."

Pedro Corrêa nega as acusações da Lava Jato.

Assista ao depoimento de Vera Lúcia Shiba: 

 

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