STJ nega pedido de Richa para suspender investigação na Receita

O ministro do Superior Tribunal de Justiça  João Otávio de Noronha negou pedido do governador do Paraná, Beto Richa, para suspender a investigação que apura o suposto esquema de corrupção na Receita estadual; Richa alegou que a investigação deveria ser remetida para o STJ, foro responsável por apurar fatos que envolvem governadores

O ministro do Superior Tribunal de Justiça  João Otávio de Noronha negou pedido do governador do Paraná, Beto Richa, para suspender a investigação que apura o suposto esquema de corrupção na Receita estadual; Richa alegou que a investigação deveria ser remetida para o STJ, foro responsável por apurar fatos que envolvem governadores
O ministro do Superior Tribunal de Justiça  João Otávio de Noronha negou pedido do governador do Paraná, Beto Richa, para suspender a investigação que apura o suposto esquema de corrupção na Receita estadual; Richa alegou que a investigação deveria ser remetida para o STJ, foro responsável por apurar fatos que envolvem governadores (Foto: Valter Lima)

247 - O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) João Otávio de Noronha negou pedido do governador do Paraná, Beto Richa, para suspender a investigação que apura o suposto esquema de corrupção na Receita estadual. Richa alegou que a investigação deveria ser remetida para o STJ, foro responsável por apurar fatos que envolvem governadores.

Segundo informações prestadas por um auditor fiscal, por meio de acordo de delação premiada com o Ministério Público do Paraná, o suposto esquema de corrupção e recebimento de propina na Receita estadual, em Londrina (PR), teria arrecadado R$ 2 milhões à campanha eleitoral de Richa, no ano passado.

Na decisão, o ministro afirmou que o governador não foi indiciado formalmente e não há provas de que Richa é alvo da investigações. Dessa forma, Noronha decidiu não interferir no andamento do inquérito, que tramita na Justiça de Londrina.

O governador nega que tenha recebido propina e afirma que está sendo acusado sem provas. Para Richa, há motivação política nas declarações do delator.

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