TSE autoriza produção de provas contra Richa por abuso de poder econômico

Ministro Herman Benjamin, do Tribunal Superior Eleitoral, deu procedência a recurso ordinário que apura abuso de poder político e econômico, captação ilícita de sufrágio, bem como uso indevido dos meios de comunicação e da máquina pública na reeleição do governador Beto Richa (PSDB); atendendo reclamação do senador Roberto Requião (PMDB), derrotado na eleição de 2014, o ministro do TSE reconheceu cerceamento na defesa do peemedebista na produção de provas na primeira instância acerca de 25 ilícitos cometidos pelo tucano

Ministro Herman Benjamin, do Tribunal Superior Eleitoral, deu procedência a recurso ordinário que apura abuso de poder político e econômico, captação ilícita de sufrágio, bem como uso indevido dos meios de comunicação e da máquina pública na reeleição do governador Beto Richa (PSDB); atendendo reclamação do senador Roberto Requião (PMDB), derrotado na eleição de 2014, o ministro do TSE reconheceu cerceamento na defesa do peemedebista na produção de provas na primeira instância acerca de 25 ilícitos cometidos pelo tucano
Ministro Herman Benjamin, do Tribunal Superior Eleitoral, deu procedência a recurso ordinário que apura abuso de poder político e econômico, captação ilícita de sufrágio, bem como uso indevido dos meios de comunicação e da máquina pública na reeleição do governador Beto Richa (PSDB); atendendo reclamação do senador Roberto Requião (PMDB), derrotado na eleição de 2014, o ministro do TSE reconheceu cerceamento na defesa do peemedebista na produção de provas na primeira instância acerca de 25 ilícitos cometidos pelo tucano (Foto: Paulo Emílio)

Do blog do Esmael MoraisO ministro Hermann Benjamin, do Tribunal Superior Eleitoral, deu procedência a recurso ordinário que apura abuso de poder político e econômico, captação ilícita de sufrágio, bem como uso indevido dos meios de comunicação e da máquina pública na reeleição do governador Beto Richa (PSDB).

Atendendo reclamação do senador Roberto Requião (PMDB), derrotado na eleição de 2014, o ministro do TSE reconheceu cerceamento na defesa do peemedebista na produção de provas na primeira instância. Ou seja, o TRE-PR havia indeferido a produção de provas acerca de 25 ilícitos cometidos pelo tucano.

Com a decisão de Benjamin, a Procuradoria Regional Eleitoral terá de apurar todos os itens alegados por Requião.

A consequência da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) e Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (AIME), ajuizadas por Roberto Requião, é a cassação dos mandatos e dos direitos políticos de Beto Richa e da vice-governadora Cida Borghetti (PP).

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