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Sul

Vargas nega envolvimento com doleiro investigado pela PF

Deputado André Vargas (PT-PR), 1º vice-presidente da Câmara, negou em discurso no plenário nesta quarta (2) envolvimento com o doleiro Alberto Youssef, que foi preso na Operação Lava Jato, da Polícia Federal, na semana passada; ele confirmou que conhece Youssef há mais de 20 anos, na sua cidade natal, Londrina (PR), e citou que o doleiro é dono do maior hotel da cidade; Vargas disse que no final do ano passado o procurou e pediu a Youssef para viabilizar uma aeronave para ele viajar com a família; "Eu não sabia que a aeronave tinha sido alugada. Reconheço que fui imprudente, foi um equivoco, deveria ter exigido o contrato", disse

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Deputado André Vargas (PT-PR), 1º vice-presidente da Câmara, negou em discurso no plenário nesta quarta (2) envolvimento com o doleiro Alberto Youssef, que foi preso na Operação Lava Jato, da Polícia Federal, na semana passada; ele confirmou que conhece Youssef há mais de 20 anos, na sua cidade natal, Londrina (PR), e citou que o doleiro é dono do maior hotel da cidade; Vargas disse que no final do ano passado o procurou e pediu a Youssef para viabilizar uma aeronave para ele viajar com a família; "Eu não sabia que a aeronave tinha sido alugada. Reconheço que fui imprudente, foi um equivoco, deveria ter exigido o contrato", disse (Foto: Valter Lima)
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Iolando Lourenço - Repórter da Agência Brasil 

O deputado André Vargas (PT-PR), 1º vice-presidente da Câmara, negou hoje (2), em discurso no plenário, envolvimento com o doleiro Alberto Youssef, que foi preso na Operação Lava Jato, da Polícia Federal, na semana passada. Vargas confirmou que conhece Youssef há mais de 20 anos, na sua cidade natal, Londrina (PR), e citou que o doleiro é dono do maior hotel da cidade.

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Vargas disse que no final do ano passado o procurou e pediu a Youssef para viabilizar uma aeronave para ele viajar com a família. O parlamentar disse que iria pagar o combustível, depois soube que o avião tinha sido locado para a viagem. "Eu não sabia que a aeronave tinha sido alugada. Reconheço que fui imprudente, foi um equivoco, deveria ter exigido o contrato. Peço desculpas por ter exposto minha família", disse.

O vice-presidente da Câmara disse que foi surpreendido com as notícias sobre a investigação de Youssef, e ressaltou que desconhecia os motivos pelos quais ele estava sendo investigado. Vargas disse que permanecia à disposição dos parlamentares para quaisquer esclarecimentos a respeito, e negou que estivesse intermediando interesses do laboratório Labogen Química Fina e Biotecnologia no Ministério da Saúde.

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