Minas investiga o segundo caso suspeito da varíola dos macacos

Os casos não têm histórico de deslocamentos ou viagens para o exterior, de acordo com o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS-Minas)

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(Foto: Reprodução/Twitter)


247 - A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) informou, nesta segunda-feira (13), que recebeu a notificação do segundo caso suspeito da varíola dos macacos no estado. A comunicação foi realizada pela Prefeitura de Ituiutaba no domingo (12). 

Os casos não têm histórico de deslocamentos ou viagens para o exterior, de acordo com o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS-Minas). Dentre os contatos próximos, não há caso sintomático.

O Brasil tem pelo menos três casos confirmados da doença.

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A varíola do macaco é uma doença viral e a transmissão entre humanos ocorre principalmente por meio de contato pessoal com secreções respiratórias, lesões de pele de pessoas infectadas ou objetos recentemente contaminados.

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A doença causa erupções que geralmente se desenvolvem pelo rosto e depois se espalham para outras partes do corpo, incluindo os órgãos genitais. Os casos recentemente detectados apresentaram uma preponderância de lesões na área genital.

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A erupção cutânea passa por diferentes estágios e pode se parecer com varicela ou sífilis, antes de finalmente formar uma crosta, com posterior cicatrização. Quando a crosta desaparece, a pessoa deixa de infectar outras pessoas. O período de incubação é de 6 a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias.

Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, adenomegalia, calafrios e exaustão. Em caso de suspeita da doença, o paciente deve ser isolado até o desaparecimento completo das lesões. O tratamento é baseado em medidas de suporte, com o objetivo de aliviar sintomas, prevenir e tratar complicações e sequelas.

*Com informações da Agência Brasil

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